Professores da Universidade Federal de Sergipe (UFS) decidem hoje, durante assembleia geral da categoria, se deliberam favorável, ou não, à manutenção da greve iniciada no dia 13 de maio. A perspectiva é que o estado de Sergipe siga a definição oficializada no último domingo (23), pelo Sindicato Nacional dos Docentes das Instituições de Ensino Superior (Andes-SN), quando o comando nacional da greve optou por encerrar as paralisações a partir desta quarta-feira. No cenário nacional, entende-se como provável que a entidade assine um acordo junto ao Ministério da Gestão e Inovação a fim de consolidar os termos da proposta. O retorno às aulas dependerá, no entanto, da decisão interna de cada instituição federal de ensino.
Caberá às universidades definir o próprio calendário acadêmico. A categoria reivindica um reajuste de 18,6% divididos em 2024, 2025 e 2026. A manutenção por mais de dois meses da greve ocorre em virtude de a contraproposta ter sido composta por elevação do reajuste linear de 9,2% para 12,8%, sendo 9% em janeiro de 2025 e 3,5% em maio de 2026. De igual modo aos professores da UFS, docentes e técnicos-administrativos de Institutos Federais de Educação, Ciência e Tecnologia (IFs) definem hoje se aceitaram as propostas enviadas pelo governo federal.
Técnicos-administrativos – De acordo com a direção do o Sindicato Nacional dos Servidores Federais da Educação Básica, Profissional e Tecnológica (Sinasefe), pelo placar de 89 x 15, foram aceitas as propostas enviadas pelo Poder Executivo Federal para a classe trabalhadora. Com as atividades suspensas desde o dia 08 de abril, no estado de Sergipe, 11 campi compuseram a paralisação: Aracaju, São Cristóvão, Lagarto, Poço Redondo, Estância, Tobias Barreto, Propriá, Socorro, Glória, Lagarto e Itabaiana. O movimento grevista envolvia negociações relacionadas às instruções de como devem ser feitos os registros no Sigrh, sistema integrado utilizado pelo IFS, e nos Planos de Trabalho Semanal do Programa de Gestão e Desempenho.


