Seed e UFS promovem curso de formação para professores

A Secretaria de Estado da Educação (Seed), em parceria com a Universidade Federal de Sergipe (UFS), deu início ontem, 25, a um curso de formação para professores que trabalham com alunos com deficiência em salas de recurso. A formação tem como público alvo professores de quatro escolas da rede estadual: Escola Estadual Profª Myriam de Oliveira Santos Melo, Escola Estadual São Cristóvão, Escola Estadual Augusto Maynard e Escola de Educação Especial João Cardoso Nascimento Júnior, e também os docentes de escolas do município de Nossa Senhora do Socorro.

O curso está sendo ministrado pela coordenadora do Núcleo de Fonoaudiologia da UFS, Rosana Givigi, e pela aluna de mestrado Juliana Nascimento de Alcântara. A duração será de 80h, e as aulas são nas modalidades presencial e a distância. Os encontros presenciais ocorrerão duas vezes por mês no Centro de Qualificação Profissional (CQP), e as aulas a distância serão realizadas através de fóruns de discussões. O curso tem previsão de término para o mês de junho.
A diretora da Divisão de Educação Especial da Seed (Dieesp), Maria Aparecida Nazário, ressaltou a necessidade deste curso para a formação dos docentes. "A ideia é que os professores comecem a repensar a prática pedagógica, principalmente com os alunos que têm necessidades especiais. Através desta parceria com a UFS, poderemos colaborar para facilitar esse acesso das pessoas com deficiência na rede regular de ensino", disse.

Neste primeiro encontro, a coordenadora do Núcleo de Fonoaudiologia da UFS, Rosana Givigi, juntamente com a mestranda Juliana Alcântara, ouviram os relatos de experiências vividas pelos professores em sala de aula. Além disso, os professores participantes sugeriram temas e conteúdos para serem trabalhados nos próximos encontros, como adaptação curricular, práticas pedagógicas e comunicação alternativa.
Rosana Givigi explicou que o curso tem como objetivo melhorar a prática pedagógica dos professores de salas de recursos, através da formação desses profissionais. "Sabemos que quando tratamos de alunos com deficiência as demandas são muito singulares. São questões físicas, de acessibilidade, de práticas pedagógicas. Nosso anseio é contribuir para a formação de um professor mais reflexivo e que esteja preparado para atuar numa diversidade de situações que hoje está posta na escola, que é um direito de todos", afirmou.

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