Segunda, 15 De Abril De 2024
       
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Sem orçamento, Tomar do Geru retarda início das aulas


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Publicado em 02 de março de 2024
Por Jornal Do Dia Se


Prestes a completar 15 dias do início do ano letivo no estado de Sergipe, pouco mais de 1.900 alunos da rede municipal de Tomar do Geru, cidade localizada na região Sul Sergipano, permanecem sem poder acessar as salas de aula. Conforme denunciado e publicitado pelo próprio prefeito Pedrinho Balbino (PSC), o problema impacta os estudantes em razão de um impasse com a Câmara Municipal sobre a aprovação da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO). Apesar de as aulas da rede estadual terem iniciado no último dia 15 de fevereiro, a Secretaria Municipal da Educação, em Tomar do Geru, destacou que as aulas nas escolas administradas pela prefeitura estavam previstas para começar às 7h de ontem.
Inicialmente por intermédio das respectivas redes sociais, o chefe do Poder Executivo Municipal revelou que um novo projeto, orçado no valor de RR$ 113 milhões, foi enviado à Câmara em caráter de urgência, na última terça-feira, 27, mas até o início da tarde de ontem não havia sido levado com urgência ao plenário para discussão. Ainda segundo Balbino, essa barreira está diretamente motivado o adiamento das aulas, já que para o início do ano letivo seria necessário contratar novos professores e ter orçamento para a merenda escolar. “Ano passado mudaram o orçamento e nós tivemos que vetar totalmente. Com os votos dos vereadores da situação, o veto foi mantido. Preparamos o novo projeto e pouca atenção foi dada pela presidente da Casa”, afirmou.
Sobre as queixas do prefeito, o setor jurídico da Câmara de Tomar do Geru informou na tarde de ontem que a presidente da Casa Legislativa, vereadora Antônia Costa (PSD), recebeu o texto e segue analisando o novo Projeto de Lei para convocar uma assembleia extraordinária para a votação do novo orçamento.
Questionado pelo JORNAL DO DIA quanto ao cumprimento do calendário escolar, o gestor informou que a Secretaria da Educação está desenvolvendo um cronograma de reposição das aulas. “Iremos respeitar a legislação e todos os estudantes terão as aulas ministradas como devem ser; precisamos apenas saber quantos dias serão necessários repor para que possamos nos organizar com os professores”, finalizou. Pela Lei de Diretrizes e Bases (LDB), as escolas devem cumprir pelo menos 200 dias letivos anuais, distribuídos em dois semestres, totalizando, no mínimo, 800 horas, as quais representam 48.000 minutos.

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