O senador Eduardo Amorim (PSC) discursou ontem defendendo a redução das alíquotas do Imposto de Renda pago pelas pessoas físicas. Segundo o parlamentar, em 1988, o Governo Federal aumentou em 10% alíquota máxima do IRPF, que passou de 25% para 27,5%. Na ocasião, a justificativa utilizada foi a de que o país precisava enfrentar uma crise de arrecadação tributária e, paralelamente, atender às recomendações do Fundo Monetário Internacional.
"Como tantas vezes acontece, o que era para atender a uma necessidade temporária virou solução permanente", disse Amorim. Segundo ele, para ser provisório virou definitivo. "Decorridos tantos anos, cá estamos, até hoje, com alíquota máxima fixada em 27,5%", discursou Eduardo Amorim. Durante esse período, algumas mudanças foram introduzidas, como a criação das alíquotas intermediárias de 7,5% e de 22,5%, que vieram somar-se às já existentes. A alíquota máxima, porém, permaneceu inalterada.
O senador Eduardo Amorim (PSC) discursou ontem defendendo a redução das alíquotas do Imposto de Renda pago pelas pessoas físicas. Segundo o parlamentar, em 1988, o Governo Federal aumentou em 10% alíquota máxima do IRPF, que passou de 25% para 27,5%.
Na ocasião, a justificativa utilizada foi a de que o país precisava enfrentar uma crise de arrecadação tributária e, paralelamente, atender às recomendações do Fundo Monetário Internacional. "Como tantas vezes acontece, o que era para atender a uma necessidade temporária virou solução permanente", disse Amorim. Segundo ele, para ser provisório virou definitivo. "Decorridos tantos anos, cá estamos, até hoje, com alíquota máxima fixada em 27,5%", discursou Eduardo Amorim.
Durante esse período, algumas mudanças foram introduzidas, como a criação das alíquotas intermediárias de 7,5% e de 22,5%, que vieram somar-se às já existentes. A alíquota máxima, porém, permaneceu inalterada.