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Servidores públicos fazem manifestação em Aracaju


Publicado em 01 de agosto de 2012
Por Jornal Do Dia


Manifestação dos servidores federais no centro de Aracaju

A MANIFESTAÇÃO FOI NO CENTRO DE ARACAJU

Milton Alves Júnior

Dando sequência à série de manifestações, servidores federais promoveram na manhã de ontem, em Aracaju, uma caminhada pelas principais ruas e avenidas da capital sergipana. Contando com funcionários que atuam em diversos órgãos estatais, e prejudicando parcialmente o fluxo de automóveis na região, a marcha contabilizou aproximadamente 600 manifestantes. Cobrando do Governo Federal uma atitude mais coerente e a favor dos funcionários, cada categoria pleiteou suas respectivas reivindicações, já apresentadas anteriormente à ministra do Planejamento, Miriam Belchior.

Os professores federais, por exemplo, reprovaram os constantes adiamentos de reuniões previamente agendadas. Para Marcos Pedroso, vice-presidente da Associação dos Docentes da Universidade Federal de Sergipe (ADUFS), o apoio dos estudantes às reivindicações dos professores é um aspecto positivo. "Chegaram a dizer por aí que os alunos já estavam se reunindo para bater de frente com a nossa luta, mas percebe-se, principalmente nesse ato, que eles estão ao nosso lado. Para um professor, não existe incentivo melhor para seguir com a greve", alegou.

 "São por esses e outros fatores que estamos nos sentindo excluídos e percebendo a falta de interesse do Governo Federal em debater e apresentar propostas que agradem todos os servidores. Esperamos que essa audiência de hoje não seja re-agendada", concluiu Pedroso.

Demora – Os demais servidores federais garantem prolongar a paralisação nacional caso as reivindicações novamente não sejam atendidas. De acordo com o funcionário público Paulo Rodrigues, a demora no diálogo com os profissionais só contribui para prejudicar o desenvolvimento das atividades institucionais. "Estamos contrariados com essa demora. O que nos revolta é programarmos para uma reunião, e de última hora eles mudam a data. É revoltante, mas o próprio governo é prejudicado no primeiro momento. Essa greve é nacional e os brasileiros exigem uma resposta dos governantes", pontuou.

Conforme informações apresentadas por integrantes do Comando Unificado de Greve, como também dos Comandos de Greve Locais (CGL), novas manifestações poderão ser elaboradas caso a nova proposta, a ser apresentada pelo Governo Dilma Rousseff, não agrade a todas as categorias.

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