São Cristóvão, Umbauba, Campo do Brito, Porto da Folha, Graccho Cardoso, Pacatuba, Cristinápolis, Neópolis, Aquidabã, Propriá, Ilha das Flores, Pedrinhas, Gararu, Boquim e Riachão do Dantas vão parar na próxima terça-feira, 23. Os servidores públicos municipais e professores destes municípios estarão reunidos na construção de uma grande manifestação em Aracaju, a partir das 8h, em frente ao Tribunal de Contas do Estado, cobrando a regularização do pagamento dos salários.
Nesta data os trabalhadores irão cobrar uma atitude do Tribunal de Contas, do Ministério Público e do Tribunal de Justiça sobre os gestores que não pagam o salário dos servidores públicos, descumprindo direitos constitucionais, desrespeitando os Planos de Carreira e Estatutos do Magistério e que penalizam os trabalhadores com humilhações e negação de direitos.
SINTESE, Central Única dos Trabalhadores e a FETAM – Federação dos Trabalhadores Públicos Municipais de Sergipe estão engajados na construção deste ato que pretende divulgar para a sociedade sergipana o que está acontecendo em 15 municípios de Sergipe. A manifestação também denuncia que férias, triênios, entre outras gratificações que foram estabelecidas nos planos de carreira e estatutos não vêm sendo pagos em outras cidades.
Vice-presidente da CUT/SE, Roberto Silva afirmou que a situação está insustentável. Ele convidou todos os trabalhadores de Sergipe de diferentes categorias para se somarem em solidariedade aos servidores públicos municipais do Estado na manifestação desta terça-feira, 23/09. "Vamos cobrar um posicionamento. O que a Justiça tem a dizer sobre isto? É um absurdo o que está ocorrendo. Os gestores fazem o que querem. O Ministério Público tem que atuar em defesa dos trabalhadores e de suas famílias. Salário é vida, é comida na mesa", afirmou.


