15 anos de resistência

 

O leitor que tem em mãos um exemplar deste JOR
NAL DO DIA assume, ele próprio, um papel funda
mental no rumo dos acontecimentos: com o simples gesto de folhear um diário, o cidadão colabora com a imprensa livre e, por extensão, fortalece a democracia.
Os ataques ao exercício profissional do jornalismo partem de todos os lados. Não bastassem os desafios derivados da tecnologia, todos ancorados na velocidade e facilidade de acesso à informação – uma ansiedade, aliás, alheia às contingências da apuração cuidadosa dos fatos – há também a franca hostilidade dos governantes de turno no primeiro escalão da República. Um dia sim, outro também, o presidente em pessoa ataca jornalistas no exercício da profissão. Bolsonaro também não mede esforços para inviabilizar a circulação dos jornais por via burocrática.
Assim mesmo, há 15 anos, faça chuva ou faça sol, o JORNAL DO DIA amanhece nas bancas e chega àS casas dos assinantes, com o fim de informar os leitores e promover a reflexão, servindo de tablado para o salutar embate de ideias. Em um contexto de restrição às liberdades individuais, de criação e pensamento, como o atual, as poucas páginas deste diário ganham um volume insuspeito. O fato de um jornal independente se manter em atividade sem resvalar em sensacionalismo, nem quedar subserviente de olho nas verbas publicitárias de prefeituras e do estado, configura um esforço de resistência que ultrapassa a retórica e resgata o verdadeiro sentido de palavra tão gasta.
Hoje, 15 anos depois, a missão do JORNAL DO DIA é ainda a mesma de sempre: ampliar as vozes no debate público, em favor dos movimentos sociais, os trabalhadores, os situados à margem. Não queremos pouco. A nossa maior ambição é ser tão plural quanto o é a própria sociedade.

O leitor que tem em mãos um exemplar deste JOR NAL DO DIA assume, ele próprio, um papel funda mental no rumo dos acontecimentos: com o simples gesto de folhear um diário, o cidadão colabora com a imprensa livre e, por extensão, fortalece a democracia.
Os ataques ao exercício profissional do jornalismo partem de todos os lados. Não bastassem os desafios derivados da tecnologia, todos ancorados na velocidade e facilidade de acesso à informação – uma ansiedade, aliás, alheia às contingências da apuração cuidadosa dos fatos – há também a franca hostilidade dos governantes de turno no primeiro escalão da República. Um dia sim, outro também, o presidente em pessoa ataca jornalistas no exercício da profissão. Bolsonaro também não mede esforços para inviabilizar a circulação dos jornais por via burocrática.
Assim mesmo, há 15 anos, faça chuva ou faça sol, o JORNAL DO DIA amanhece nas bancas e chega àS casas dos assinantes, com o fim de informar os leitores e promover a reflexão, servindo de tablado para o salutar embate de ideias. Em um contexto de restrição às liberdades individuais, de criação e pensamento, como o atual, as poucas páginas deste diário ganham um volume insuspeito. O fato de um jornal independente se manter em atividade sem resvalar em sensacionalismo, nem quedar subserviente de olho nas verbas publicitárias de prefeituras e do estado, configura um esforço de resistência que ultrapassa a retórica e resgata o verdadeiro sentido de palavra tão gasta.
Hoje, 15 anos depois, a missão do JORNAL DO DIA é ainda a mesma de sempre: ampliar as vozes no debate público, em favor dos movimentos sociais, os trabalhadores, os situados à margem. Não queremos pouco. A nossa maior ambição é ser tão plural quanto o é a própria sociedade.

 

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