Reação dos policiais

 

O governador Belivaldo Chagas está com uma 
faca no pescoço. Ou atende as reivindicações 
dos Policiais Civis de Sergipe, insatisfeitos com uma defasagem salarial prolongada, ou terá de lidar com mais um problema em uma mesa já abarrotada de más notícias. A paralisação promovida ontem prova que a categoria não está para brincadeira.
Policiais civis de Sergipe paralisaram as atividades durante 24 horas, contadas desde ontem, quando promoveram um ato em frente ao Palácio dos Despachos, em Aracaju. Exigem reposição inflacionária, auxílio alimentação e auxílio saúde, além da reestruturação da carreira.
Desde que não coloquem a segurança da população em risco, os policiais civis agem cobertos de razão. Errado está o governador Belivaldo Chagas, ao afirmar que não negociará com o sindicato da categoria. Por mais que enxergue motivação política no pleito dos policiais, como alega, Belivaldo não tem o direito de eleger os representantes legítimos dos servidores sergipanos, a bel prazer, de acordo com a própria conveniência.
Os policiais civis, como de resto todo o funcionalismo sergipano, tem motivo de sobra para protestar. O próprio secretário da fazenda Marco Antonio Queiroz reconheceu recentemente a dívida do Estado com os seus colaboradores. Segundo ele, Sergipe é hoje um estado de finanças depauperadas, onde os servidores não recebem os reajustes previstos pela norma há muito tempo. O pior de tudo: segundo o secretário, o funcionalismo não verá a cor do merecido reajuste tão cedo.

O governador Belivaldo Chagas está com uma  faca no pescoço. Ou atende as reivindicações  dos Policiais Civis de Sergipe, insatisfeitos com uma defasagem salarial prolongada, ou terá de lidar com mais um problema em uma mesa já abarrotada de más notícias. A paralisação promovida ontem prova que a categoria não está para brincadeira.
Policiais civis de Sergipe paralisaram as atividades durante 24 horas, contadas desde ontem, quando promoveram um ato em frente ao Palácio dos Despachos, em Aracaju. Exigem reposição inflacionária, auxílio alimentação e auxílio saúde, além da reestruturação da carreira.
Desde que não coloquem a segurança da população em risco, os policiais civis agem cobertos de razão. Errado está o governador Belivaldo Chagas, ao afirmar que não negociará com o sindicato da categoria. Por mais que enxergue motivação política no pleito dos policiais, como alega, Belivaldo não tem o direito de eleger os representantes legítimos dos servidores sergipanos, a bel prazer, de acordo com a própria conveniência.
Os policiais civis, como de resto todo o funcionalismo sergipano, tem motivo de sobra para protestar. O próprio secretário da fazenda Marco Antonio Queiroz reconheceu recentemente a dívida do Estado com os seus colaboradores. Segundo ele, Sergipe é hoje um estado de finanças depauperadas, onde os servidores não recebem os reajustes previstos pela norma há muito tempo. O pior de tudo: segundo o secretário, o funcionalismo não verá a cor do merecido reajuste tão cedo.

 

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