Saúde pública

Pouco a pouco, caso a caso, a varíola dos macacos se espalha pelo País. Dezenas de casos são confirmados, de norte a sul. Em Sergipe, dados da Secretaria de Estado da Saúde, sete pacientes foram dignosticados com a doença, última quarta-feira.
Segundo a SES, os pacientes são homens, com idades que variam de 20 a 44 anos, residentes em Aracaju, Itabaiana e Barra dos Coqueiros. Eles estão sendo monitorados pelas Secretarias municipais de Saúde e não têm sinais de agravamento da doença. Com os diagnósticos mais recentes, sobe para 13 o número de casos de Monkeypox registrados em Sergipe.
Poderia ser pior. Nos Espírito Santo, por exemplo, 70 casos de varíola dos macacos já foram confirmados pelas autoridades estaduais. O perfil dos infectados assusta: A maioria dos pacientes não tem ciência de como o contágio se deu, não teve contato com casos suspeitos, provável ou confirmado.
Mais uma vez, as autoridades sanitárias relutam em promover campanhas informativas e preventivas sobre uma doença de fácil propagação e consequências imprevistas. Não aprenderam nada com a pandemia de Covid-19, uma tragédia humanitária responsável por quase 700 mil mortos, só no Brasil. Se a covid ensinou algo, contudo, a lição pode ser resumida em uma fórmula muito simples: prevenir é sempre melhor do que remediar.

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