De nada adianta apelar para meias palavras, como tem sido feito ao longo dos últimos anos. Chamar os atos golpistas deflagrados desde o resultado das eleições de antidemocráticos resvala eufemismo. Trata-se de terrorismo doméstico, puro e simples.
Ontem, a Polícia Federal cumpriu mandados de prisão e busca e apreensão contra nomes relacionados aos atos golpistas. A ação, autorizada por Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, finalmente investe contra as mobilizações que rejeitam os resultados das eleições 2022.
O resultado da operação não deixa dúvida a respeito da natureza dos atos golpistas: Até fuzis foram encontrados. No Espírito Santo, dois deputados acusados de financiar o golpismo à solta no Brasil foram presos.
O ministro Alexandre de Moraes também determinou a quebra de sigilo bancário, o bloqueio de contas de dezenas de empresários, a apreensão de passaportes e a suspensão de certificados de registro de Colecionador, Atirador Desportivo e Caçador de diversos suspeitos.
Uma coisa é certa: golpistas são criminosos. O terrorismo bolsonarista está com os dias contados, há de ser extirpado de uma vez por todas, já tem data certa para acabar.


