A esperança de dias melhores já não está ancorada apenas em convicções pessoais
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O mercado de trabalho nacional não passa por um período tão bom há muito tempo. A trajetória declinante da taxa de desemprego que ocorreu em 2024 não deixa margem para dúvida: O Brasil fechou o ano de 2024 com um saldo positivo de 1.693.673 empregos formais com carteira assinada.
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O recuo no desemprego ocorre desde o trimestre encerrado em fevereiro de 2024. De acordo com a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) Contínua, elaborada pelo IBGE, o percentual saiu de 7,8%, no trimestre encerrado em fevereiro para 6,1% no período entre setembro e novembro do ano passado, que representa o menor patamar da série histórica iniciada em 2012.
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O saldo positivo de 2024 foi resultado de 25.567.548 contratações e 23.873.575 desligamentos. O estoque de vínculos celetistas ativos contabilizou 47.210.948 vínculos em dezembro, uma variação de 3,7% em relação ao estoque do ano anterior, quando foram contabilizados 45.517.275 vínculos. No acumulado de dois anos, 2023 e 2024, o saldo de empregos no país foi positivo em 3.147.797empregos.
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Para além dos números, no entanto, resta a sensação de justificado otimismo em relação ao futuro, perceptível nas ruas, nas praças, no rosto da população. A esperança de dias melhores já não está ancorada apenas em convicções pessoais, contudo. É agora uma questão de fé, mas também de perspectivas realistas, dados confiáveis e projeções críveis. O otimismo é coerente com os dados à mão. Já há razão para crer de novo no amanhã, como nos melhores dias de antigamente.

