Aracaju tem mais de 600 moradores de rua, de acordo com levantamento de pesquisadores da Universidade Federal de Sergipe
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Centenas de pessoas em situação de rua vivem em Aracaju. São mais de 600 suplicantes, de acordo com levantamento de pesquisadores da Universidade Federal de Sergipe – um contingente de cidadãos nada desprezível, merecedor da atenção do ente municipal.
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Não se trata aqui de vagabundos. Conflitos familiares, perdas afetivas, problemas com drogas e condições de saúde mental estão entre os motivos por trás de tal vulnerabilidade.
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O levantamento atende a Decreto Federal voltado para a efetivação das políticas públicas e foi realizado em setembro do ano passado. E produziu um dado tão confiável quanto concreto. Resta saber, portanto, quais providências serão tomadas para lidar com o problema. Resta saber, também, quando.
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A prefeitura de Aracaju, mais o governo de Sergipe, têm agora a oportunidade singular de atuar na realidade concreta dos mais vulneráveis. Municiados com os números apresentados de mãos beijadas pelos pesquisadores da UFS, os gestores da administração local estão com a faca e o queijo nas mãos. Olhar para o outro lado não é opção.


