O Samu economiza o recurso desde sempre insuficiente nos hospitais públicos
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O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu 192) acaba de ser contemplado com 22 novas ambulâncias, mediante um investimento de R$ 48,5 milhões, realização do governo federal. Ocasião mais do que propícia para lembrar o que está em jogo quando a sirene de uma ambulância pede passagem em via pública.
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Não é qualquer serviço, o prestado pelos agentes do Samu. Trata-se de uma corrida contra o tempo, em favor da vida. Quando a natureza da responsabilidade carregada pelos profissionais na linha de frente do socorro médico de urgência é levada em consideração, fica mais fácil dimensionar a importância da assistência pré-hospitalar.
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Mas nem tudo são flores para o Samu. Trotes, agressões de todas as ordens, desgaste físico e emocional fazem parte do cotidiano dos profissionais submetidos todos os dias a situações críticas. Ossos do ofício. Apesar de todo o empenho, não é sempre que os socorristas são recebidos com alívio e gratidão.
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Pelo bem de todos. Os serviços prestados pelo Samu não interferem somente na vida dos socorridos. A redução do número de óbitos, do tempo de internação em hospitais e das sequelas decorrentes da falta de assistência imediata, consequência da expansão de suas unidades, ajudam a minimizar os custos estratosféricos do Sistema Único de Saúde.
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O Samu economiza o recurso desde sempre insuficiente nos hospitais públicos. Motivo de sobra para todo mundo comemorar a permanência e eficiência do Samu em Sergipe.


