Sob Emília, a coleta de lixo nas ruas de Aracaju em 2025 deixou muito a desejar
A prefeita de Aracaju, Emília Corrêa, completou o primeiro ano de sua gestão muito satisfeita com os próprios feitos. Em suas próprias palavras, a administração municipal foi pródiga em “entregas”. Entre estas, no entanto, não consta um muito aguardado ponto final para a cansativa novela da coleta de lixo na capital sergipana.
Convém recordar: Caos completo, como se viu nos anos de triste memória da derradeira gestão João Alves Filho, não foi instaurado. Sob Emília, no entanto, a coleta de lixo nas ruas de Aracaju em 2025 deixou muito a desejar.
Não se fala aqui somente na suspensão do serviço por dias a fio no início do mandato de turno. Há também pendências de ordem administrativa, sintomáticas. Até hoje, a coleta é realizada por força de contrato emergencial.
Agora, a Prefeitura anuncia, finalmente, a licitação do lixo. Espera-se, assim, que a concorrência se estabeleça com a maior transparência. Certo é que há interesses maiúsculos em jogo. O lixo produzido diariamente pelos moradores de Aracaju vale um dinheirão.


