Os dados indicam avanço e estagnação da seca em vários territórios
A Secretaria de Estado do Meio Ambiente, Sustentabilidade e Ações Climáticas (Semac) divulgou análise sobre a intensidade e os tipos de impactos da seca em Sergipe durante o mês de setembro. A conclusão é a mais previsível. Os dados indicam avanço e estagnação da seca em vários territórios.
De acordo com o mapa do Monitor de Secas da Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (ANA), foi observado que nos territórios do alto e médio sertão e agreste central houve expansão da intensidade da seca, passando de fraca para moderada.
O centro-sul manteve a seca fraca, enquanto nos territórios do baixo São Francisco, leste e sul sergipanos, ocorreu a expansão da intensidade da seca fraca. Constata-se ainda a ocorrência do surgimento de seca de intensidade fraca no território Grande Aracaju.
Novidade nenhuma. Infelizmente, a preocupação dos entes públicos sempre atentos à evolução do flagelo, não transborda em forma de providências capazes de mitigar os problemas derivados da estiagem.
Foi sempre assim. É sabido que na seca histórica de 1980, ainda durante o governo militar, o presidente João Figueiredo admitiu a sua impotência diante da estiagem prolongada e se resignou ao primeiro e último recurso do sertanejo. Segundo ele, restava rezar.


