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As forças da natureza


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Publicado em 04 de maio de 2024
Por Jornal Do Dia Se


As evidências do aquecimento global, as catástrofes climáticas, com milhares de mortos, desabrigados e desalojados nos quatro cantos do mundo, não poupam ninguém. 
Há episódios mais violentos, quando as forças da natureza destroem cidades inteiras, como ocorre agora no sul do Brasil. Há também fenômenos aparentemente mais brandos, como as ondas de calor observadas em diversos estados brasileiros. Em um caso e outro, no entanto, as transformações do clima se dão a olho nu.
Sinais de alerta disparam nos quatro cantos do Brasil. Em Sergipe, por exemplo, onde o volume inesperado de chuvas é capaz de provocar alagamentos, desabamentos, deslizamentos de terras, já há motivos de sobra para os gestores públicos botarem as barbas de molho. Depois não adianta chorar pelo leite derramado. É preciso se antecipar às tragédias.
Não se trata aqui de promover pavor, nem de ceder a certo catastrofismo, esperar sempre o pior. Mas é imperativo reconhecer que a instabilidade se dá em escala global. Cientistas já gastaram todo o latim de que dispõem, a fim de promover novos hábitos de vida e consumo, individuais e coletivos, a fim de retardar as consequências do negacionismo climático. O seu esforço, no entanto, será em vão. A menos que todos, governantes e cidadãos, passem a lhes dar ouvidos.
O Brasil, aliás, pode vir a ser uma verdadeira potência da economia verde, as condições naturais são aqui as mais favoráveis para a produção de energia sustentável. Seria preciso, no entanto, superar um extrativismo profundamente arraigado na História nacional. No governo Lula, a mudança de paradigma não ocorrerá. Quem sabe, talvez, em futuro próximo?
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