O programa Bolsa Família combate desigualdades e promove justiça social, com reflexos positivos na economia
Há alguns meses, o governo federal atualizou as regras de transição para as famílias beneficiárias do Bolsa Família que ascendem economicamente e passam a ter renda superior ao limite de entrada no programa. Não foi à toa. Ao longo dos últimos 12 anos, 66,5% dos jovens beneficiários do Bolsa Família mudaram de vida.
Um estudo do Instituto Mobilidade e Desenvolvimento Social (IMDS) mostra que, dos 15,5 milhões de jovens de 7 a 16 anos que, em dezembro de 2012, recebiam o Bolsa Família como dependentes, 10,3 milhões (ou 66,5% deles) conseguiram deixar o programa nos 12 anos seguintes, até 2024, fazendo da mobilidade social uma marca inegável do programa.
O Bolsa Família já conta mais de 20 anos, período no qual fez diferença na vida de milhões de brasileiros, salvos da fome e da mendicância, graças ao esforço do governo federal.
Só em Sergipe, o Bolsa Família assiste a mais de 300 mil famílias. O investimento federal no estado supera R$ 250 milhões, o que assegura um valor médio de benefício de R$ 662,97 aos contemplados nos 75 municípios do estado.
Os números provam, sem deixar margem para dúvidas, que o programa Bolsa Família combate desigualdades e promove justiça social, com reflexos positivos na economia. No entanto, a ascensão econômica de tantos beneficiários será sempre o seu maior feito.

