Representantes do Banco do Estado de Sergipe (Banese) estão participando do seminário nacional que está sendo promovido em Aracaju, pela Polícia Civil de Sergipe, para debater casos reais relacionados à atuação dos Laboratórios de Tecnologia Contra Lavagem de Dinheiro existentes no país. O encontro acontece até hoje, dia 6, na sede da Academia de Polícia Civil de Sergipe (Acadepol), reunindo autoridades do Ministério da Justiça, Receita Federal, Polícia Federal, promotores de Justiça e delegados de Polícia de diversas unidades da federação.
Na abertura do encontro, o secretário de Segurança Pública do Estado, João Batista, e a delegada de Polícia Civil, Danielle Garcia Alves, referiram-se ao Banese como um parceiro que está em sintonia com a polícia no trabalho de combate à corrupção e crimes de lavagem de dinheiro. A delegada Danielle, que organizou o seminário, falou sobre um dos casos de sucesso do Laboratório de Tecnologia Contra Lavagem de Dinheiro de Sergipe, do qual é coordenadora.
Para o superintendente de Auditoria do Banese, Gilvan Sousa, encontros como esse são importantes para a troca de informações e conhecimentos a respeito do combate ao crime de lavagem de dinheiro. "Somos obrigados, pela Lei 9.613, a monitorar movimentações financeiras dos clientes do banco, com o objetivo de identificar operações suspeitas de lavagem de dinheiro", disse Gilvan. Além dele, participam do evento da Polícia Civil, pelo Banese, o superintendente de Controladoria, Aléssio Rezende, o gerente de Auditoria, Joaquim Braga, e a gerente da Área de Controles Internos e Compliance, Michelle Brasil.


