Dois homens suspeitos de integrar uma organização criminosa intitulada ‘Família Colômbia’, foram presos na manhã de ontem por agentes da Polícia Civil. Pela Secretaria de Estado da Segurança Pública (SSP/SE), foi destacado que profissionais do Departamento de Investigações sobre Narcóticos (Denarc) foram responsáveis por conduzir as investigações, as quais identificaram movimentação característica do comércio de drogas. Sobre a atuação operacional de cada um dos detidos, ficou constatado que um era responsável por receber a droga, conferir o peso adquirido, para em seguida organizar em lotes e articular a distribuição dos produtos ilícitos para Aracaju e cidades do interior sergipano.
O segundo suspeito desempenhava funções diretas com o chefe da organização, adquirindo a droga e repassando para o entregador setorial e/ou regional; ele possui habilitação especial junto ao Departamento Nacional de Trânsito (Denatran), por conduzir carro-forte. Não foi revelado o tempo de investigação, o nome e as idades dos suspeitos, bem como o local em que cada um costumava residir e conduzir o esquema. Pelo delegado Ataíde Alves, foi reforçado a importância da manutenção das investigações em crimes destas circunstâncias. No decorrer das apurações em conjunto com as forças de Segurança Pública foi possível identificar remessas e apreender cerca de 8 kg de drogas.
Paralelo ao entorpecente, foi possível identificar e conquistar junto ao poder judiciário a apreensão de bens, a exemplo de: “seis imóveis de alto padrão em São Paulo, além de R$ 1,5 milhão bloqueados em contas bancárias”, destacou o delegado. Conforme previsto no artigo 33 do Código Penal, a perspectiva é que o envolvido responda pelo crime de tráfico de entorpecentes. Esta ação cabe pena de reclusão entre 5 e 15 anos, por exemplo, para quem preparar, produzir, vender, oferecer, ter em depósito, transportar, guardar, prescrever, ministrar, entregar a consumo ou fornecer drogas. (MAJ)
Comércio de drogas por encomenda é descoberto em Sergipe


