Trata-se simplesmente de colocar comida boa, livre de veneno, na mesa da população
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O Governo Lula abriu os cofres a fim de investir na agricultura familiar. Não se fala aqui de pouco dinheiro, mas de recursos na ordem de R$ 89 bilhões, em dois anos.
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Os números apontam o acerto do governo federal. De fato, a agricultura familiar ocupa uma extensão de área de 80,9 milhões de hectares, 23% da área total dos estabelecimentos agropecuários brasileiros. O levantamento do Censo Agropecuário de 2017, realizado em mais de 5 milhões de propriedades rurais do país, aponta que 77% dos estabelecimentos agrícolas são dedicados à agricultura familiar.
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Na mesma ocasião em que divulgou o investimento recorde na agricultura familiar, o presidente Lula também assinou o decreto do Programa Nacional de Redução de Agrotóxicos (Pronara). O objetivo é fomentar práticas agrícolas “mais seguras, resilientes e saudáveis”, com ações integradas de pesquisa científica, monitoramento de resíduos de agrotóxicos em alimentos e no ambiente, fortalecimento da assistência técnica e ampliação do uso de bioinsumos.
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Convém sublinhar, portanto, a sintonia entre o governo federal e as melhores políticas agrícolas, mundo afora. Não foi à toa que a Organização das Nações Unidas (ONU) lançou recentemente a Década da Agricultura Familiar, com a finalidade de fortalecer políticas públicas que integram questões econômicas, sociais e ambientais. Trata-se simplesmente de colocar comida boa, livre de veneno, na mesa da população.


