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Covid-19 tem nova variante mundialmente


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Publicado em 11 de agosto de 2023
Por Jornal Do Dia Se


Será que aprendemos mesmo a conviver com a doença?

* Gregório José

A cada novo período surge uma nova variante da Covid-19 e começam novas preocupações e suspense no ar: “será que iremos ficarem casa”?
Até o momento, a OMS identificou sete variantes de preocupação do vírus: Alfa, Beta, Gama; Delta, Mu; ômicron e Lambda (menos agressiva).
O problema maior é que quase ninguém se preocupa com toques de mãos, cumprimentos, espirros próximos e, utilizar álcool em gel, nem pensar. Aquele isolamento total em casa não existe, o home office já não existe e a distância em filas deixaram de existir. As pessoas ficam coladas umas nas outras e, as tradicionais máscaras então, sumiram.
Mas, retornando às variantes, existem duas de interesse e sete cepas sob vigilância segundo estudos e monitoramentos feitos pela Organização Mundial da Saúde (OMS). Nesta semana surgiu uma nova variante de interesse da Covid-19: a chamada EG.5., que estava sendo monitorada.
Segundo os levantamentos, um total de 7 mil sequências foram compartilhadas por 51 países. A maior circulação ocorre em países como Estados Unidos, China, Coreia do Sul, Japão e Canadá.
Isto é um risco iminente para uma variante ainda mais perigosa segundo autoridades norte-americanas relatando que pacientes com a variante correspondem ao maior número do total de casos da Covid-19 neste momento.
Será que aprendemos mesmo a conviver com a doença? Nossos hospitais e profissionais de saúde que brilhantemente responderam às urgências no pico da crise estão com a saúde e a mente tranquila para o papel que terão que desenvolver se um novo surto aparecer? Afinal, ainda persiste o risco de surgir uma variante ainda mais perigosa, que pode causar uma alta repentina de casos e mortes.
Outro problema que ocorre no mundo e é comum ao ser humano é esquecer po dever a ser cumprido, seja aqui no Brasil ou num país bem desenvolvido, o relaxamento natural de notificações de casos. “Ah! É só mais um”.
Segundo a Organização Mundial da Saúde, poucos países estão repassando os dados como faziam anteriormente. Isso indica que municípios e estados também deixaram de fazê-lo e, quem recebe os dados e faz a estratificação, também. Em julho, apenas 25% dos países notificaram mortes e apenas 11% das hospitalizações e internações em unidades de tratamento intensivo.
E você? Faz sua parte? Se higieniza, troca vestimentas ao chegar em casa, usa máscara ou esteriliza as mãos ao tocar maçanetas, mesas e objetos alheios?

* Gregório José, jornalista, radialista, filósofo

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