Crime nacional

 

Embora o presidente Jair Bolsonaro demonstre 
governar apenas para os seus próprios, os dis
postos a uma obediência absoluta, os estados nordestinos também fazem parte do Brasil. De pouco adiantou, por exemplo, dar as costas para as praias da região, tomadas pelos dejetos oleosos de um crime ainda não esclarecido. A mancha de óleo não respeita fronteiras e foi dar justamente no litoral do Rio de Janeiro.
Até agora, foram recolhidas amostras de óleo nas praias de Santa Clara e Guriri, no município de São Francisco de Itabapoana; e na praia do Barreto, em Macaé. Já no canal das flechas, em Quissamã, foi recolhido, aproximadamente, 1 quilo de resíduo. Dessa vez, diferente do que ocorreu no nordeste, as providências foram adotadas imediatamente.
Resta provado, o óleo derramado em mar aberto não é problema nordestino, mas nacional. Trata-se de uma tragédia ambiental sem precedentes, com diversas variáveis econômicas e sociais, que ainda não recebeu atenção à altura. 
Há pouco tempo, o presidente Bolsonaro extinguiu conselhos, comissões, comitês, juntas e outras entidades criadas com o fim de atuar na preservação do meio ambiente. Agora, não à toa, o governo federal bate cabeça, sem saber como conter a tragédia que veio dar à praia, na qualidade de um mistério criminoso. 
Apesar do silêncio do presidente, não adianta fechar os olhos, o óleo não vai evaporar por passe de mágica.

Embora o presidente Jair Bolsonaro demonstre  governar apenas para os seus próprios, os dis postos a uma obediência absoluta, os estados nordestinos também fazem parte do Brasil. De pouco adiantou, por exemplo, dar as costas para as praias da região, tomadas pelos dejetos oleosos de um crime ainda não esclarecido. A mancha de óleo não respeita fronteiras e foi dar justamente no litoral do Rio de Janeiro.
Até agora, foram recolhidas amostras de óleo nas praias de Santa Clara e Guriri, no município de São Francisco de Itabapoana; e na praia do Barreto, em Macaé. Já no canal das flechas, em Quissamã, foi recolhido, aproximadamente, 1 quilo de resíduo. Dessa vez, diferente do que ocorreu no nordeste, as providências foram adotadas imediatamente.
Resta provado, o óleo derramado em mar aberto não é problema nordestino, mas nacional. Trata-se de uma tragédia ambiental sem precedentes, com diversas variáveis econômicas e sociais, que ainda não recebeu atenção à altura. 
Há pouco tempo, o presidente Bolsonaro extinguiu conselhos, comissões, comitês, juntas e outras entidades criadas com o fim de atuar na preservação do meio ambiente. Agora, não à toa, o governo federal bate cabeça, sem saber como conter a tragédia que veio dar à praia, na qualidade de um mistério criminoso. 
Apesar do silêncio do presidente, não adianta fechar os olhos, o óleo não vai evaporar por passe de mágica.

 

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