Se não está fácil pra ninguém, como no dito popular reverberando pe las redes sociais, para os sergipanos está pior ainda. Segundo levantamento do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística Sergipe está entre os estados com maior índice de desemprego.
Quatro estados do Nordeste estão entre os cinco com maior desemprego: Sergipe (17,5%), Alagoas (17,1%), Pernambuco (16,7%) e Bahia (16,2%). A taxa consta na Pesquisa Nacional Por Amostra de Domicílios Contínua Trimestral e leva em consideração o trabalhador desocupado com mais de 14 anos que procurou emprego e deu com a cara na porta.
A razão de tamanho movimento na rua da amargura é óbvia, conhecida de todos. Os especialistas são unânimes ao afirmar que somente o crescimento econômico tem o potencial de gerar emprego. Com a economia estacionada, em ponto morto e compasso de espera, no entanto, somente o desalento e a subutilização da força de trabalho prosperam.
Embora os números sejam de fato alarmantes, é preciso lembrar ainda que Sergipe não é uma ilha. O contexto não ajuda. Os empregados com carteira assinada têm razão de sobra para jogar as mãos para o céu. Isso, nos quatro cantos do País. Os brasileiros empregados com carteira assinada têm razão de sobra para jogar as mãos para o céu.
Verdade seja dita: Hoje, após um ano de vigência, é ponto pacífico: A reforma trabalhista proposta pelo presidente Michel Temer fracassou fragorosamente. Apesar da flexibilização das Leis Trabalhistas, o Brasil é ainda um país com 12,5 milhões de desempregados. A alegada modernização trabalhista, defendida com unhas e dentes pelo presidente mais impopular da história, não fez nada além de jogar milhões de trabalhadores na informalidade do Deus dará.


