EDITORIAL: A obra nasceu

Para vingar em prosperidade, no entanto, precisará se ater às reais necessidades dos sergipanos

A obra nasceu. Para vingar em prosperidade, no entanto, precisará se ater às reais necessidades dos sergipanos.
A obra, sublinhe-se, é o vistoso Hospital do Câncer Marcelo Déda, um sonho acalentado há muitos anos – um investimento de R$ 170 milhões.
Poucas obras faziam tanta falta aos sergipanos mais necessitados quanto a sempre adiada construção do Hospital do Câncer. Sem os leitos prometidos, os pacientes oncológicos percorriam verdadeira via crucis em busca de assistência médica. De um lado pra outro, sob o risco da cara na porta. O investimento do Governo de Sergipe dá fim ao calvário de muita gente.
A nova unidade hospitalar pretende colaborar para a melhoria significativa no atendimento aos pacientes oncológicos em Sergipe. O projeto foi orçado em R$ 86 milhões, custou quase o dobro.
As boas ideias também carecem de iniciativa. Enquanto era só uma promessa, um prédio no papel, por assim dizer, o Hospital do Câncer não passava de um voto de fé, um juramento. No início é o verbo. Agora, com a obra inaugurada, a palavra finalmente ganha consequência prática.
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