EDITORIAL: Mal antigo

Segundo a Fiocruz, dez estados estão com nível de atividade de SRAG em alerta, risco ou alto risco, inclusive Sergipe

As Síndromes Respiratórias Agudas Graves  são uma realidade sazonal, não convém ignorar. Todo ano, em sintonia com os rigores da estação, a população cai de cama. Os mais vulneráveis, idosos, crianças de pouca idade, portadores de comorbidades, precisam se cuidar.
Sergipe, aliás, está entre os estados onde o rinovírus causa preocupação. Segundo a Fiocruz, dez estados estão com nível de atividade de SRAG em alerta, risco ou alto risco: Acre, Amazonas, Pará, Amapá, Rondônia, Mato Grosso, Goiás, Distrito Federal, Maranhão e Sergipe.
A demanda por leitos pediátricos tende a aumentar, portanto. Dessa vez, associado ao período de volta às aulas. Providências no sentido de fortalecer a rede pública de assistência médica, no entanto, tardam a ser adotadas.
Talvez o governo de Sergipe esteja subestimando a situação, mais uma vez. É assim há anos, mais de uma década. Vira e mexe, faltam vagas nas unidades de atendimento pediátrico. Quando o número de casos relacionados a síndromes respiratórias tende a aumentar, também se prevê que falte assistência adequada em todas as unidades de atendimento infantil.
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