Educação é alvo

 

Para o presidente Jair Bolsonaro, investir em Educação para 
os brasileiros é igual a jogar dinheiro fora. Fosse diferente, o 
governo federal jamais cogitaria desviar os recursos previstos para o segmento, em benefício das obras necessárias à retomada econômica. Como sempre, as ações dos governantes falam por si mesmas.
O Congresso Nacional aprovou, última quarta-feira, 27 projetos enviados pelo governo Jair Bolsonaro de uma tacada só. Na prática, os parlamentares deram muito poder de fogo para o Planalto. No total, eles autorizaram a execução de R$ 27,1 bilhões em créditos adicionais, ainda em 2020.
Até aí, tudo bem. Se fato, a necessidade de recursos é grande. Ocorre que, com as burras do Estado esvaziadas, sobrou mais uma vez para a Educação. 
O único projeto que teve discussão em separado na Câmara autoriza corte de R$ 1,4 bilhão nos recursos do Ministério da Educação para acomodar gastos com obras e outras ações patrocinadas pelos parlamentares. A pasta recebeu a maior tesourada na proposta de remanejamento de R$ 6,1 bilhões. O Ministério do Desenvolvimento Regional, comandado por Rogério Marinho, foi o maior beneficiado, com R$ 2,3 bilhões. Outro R$ 1 bilhão ficará com a Infraestrutura. O restante será dividido entre Saúde, Minas e Energia e Agricultura.
O futuro da educação brasileira é temerário. Não bastassem os desafios impostos à gestão da educação pública no Brasil, marcado por desigualdade acentuada e insuficiência de investimento, há também a sanha persecutória do presidente Bolsonaro, que toma as instituições de ensino por redutos esquerdistas. Daí, a guerra declarada ao setor. Infelizmente, o País tem um presidente carente de poder real, com tendência aguda ao autoritarismo e o delírio.

Para o presidente Jair Bolsonaro, investir em Educação para  os brasileiros é igual a jogar dinheiro fora. Fosse diferente, o  governo federal jamais cogitaria desviar os recursos previstos para o segmento, em benefício das obras necessárias à retomada econômica. Como sempre, as ações dos governantes falam por si mesmas.
O Congresso Nacional aprovou, última quarta-feira, 27 projetos enviados pelo governo Jair Bolsonaro de uma tacada só. Na prática, os parlamentares deram muito poder de fogo para o Planalto. No total, eles autorizaram a execução de R$ 27,1 bilhões em créditos adicionais, ainda em 2020.
Até aí, tudo bem. Se fato, a necessidade de recursos é grande. Ocorre que, com as burras do Estado esvaziadas, sobrou mais uma vez para a Educação. 
O único projeto que teve discussão em separado na Câmara autoriza corte de R$ 1,4 bilhão nos recursos do Ministério da Educação para acomodar gastos com obras e outras ações patrocinadas pelos parlamentares. A pasta recebeu a maior tesourada na proposta de remanejamento de R$ 6,1 bilhões. O Ministério do Desenvolvimento Regional, comandado por Rogério Marinho, foi o maior beneficiado, com R$ 2,3 bilhões. Outro R$ 1 bilhão ficará com a Infraestrutura. O restante será dividido entre Saúde, Minas e Energia e Agricultura.
O futuro da educação brasileira é temerário. Não bastassem os desafios impostos à gestão da educação pública no Brasil, marcado por desigualdade acentuada e insuficiência de investimento, há também a sanha persecutória do presidente Bolsonaro, que toma as instituições de ensino por redutos esquerdistas. Daí, a guerra declarada ao setor. Infelizmente, o País tem um presidente carente de poder real, com tendência aguda ao autoritarismo e o delírio.

 

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