Sábado, 20 De Abril De 2024
       
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Faese alerta para a importância de contribuir para o Fundo Emergencial Sanitário


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Publicado em 15 de março de 2024
Por Jornal Do Dia Se


A contribuição para o Fundo Emergencial de Defesa Sanitária do Estado de Sergipe (Fedesa/SE) é um dos pré-requisitos para garantir ao estado o selo de Zona Livre de Febre Aftosa sem Vacinação. O Fedesa é uma iniciativa da Federação da Agricultura e Pecuária de Sergipe (Faese), da Cooperativa Sertaneja do Agronegócio (COOPSEA), da Federação dos Trabalhadores na Agricultura do Estado de Sergipe (Fetase) e da Associação Sergipana dos Criadores de Caprinos e Ovinos de Sergipe (Ascco).
A reserva de emergência é uma das exigências do Ministério da Agricultura para avançar o status e suspender a obrigatoriedade da vacinação contra a doença. Ela visa assegurar os produtores caso a doença seja identificada em seus rebanhos, após a suspensão da imunização.
A proposta é que, esses produtores contribuam, de forma voluntária, com R$1 por cada um dos seus animais – valor menor que o da vacina, que chega a custar R$2,50 por dose e precisa ser aplicada todos os anos, em duas campanhas. Além da redução de despesas – benefício imediato – o selo facilitará as relações comerciais, dando aos produtores a oportunidade de aumentar o índice de exportação da sua mercadoria e negociar melhor o seu produto.
Sergipe segue para a sua última campanha de vacinação, conforme informações do MAPA. No entanto, o Fedesa precisa arrecadar um valor suficiente que demonstre viabilidade financeira e para isso todos os pecuaristas precisam contribuir com o fundo, a fim de manter o status sanitário alcançado.
“Sergipe, precisa agora desse Fundo Emergencial para avançar na retirada da vacina, isso quer dizer que serão criadas condições de cuidados sanitários e de vigilância bastante exigentes e eficientes, para continuar combatendo a febre aftosa na pecuária sem que a vacinação seja necessária.”, explica o presidente da Faese, Ivan Sobral.
De acordo como o Mapa, a partir de 1º de maio deste ano, haverá restrição na movimentação de animais e de produtos entre os estados que foram autorizados a suspender a vacinação e as demais unidades federativas que ainda praticam a vacinação no país.
A medida dá continuidade ao avanço do Plano Estratégico que tem como objetivo criar e manter condições sustentáveis para garantir o status de país livre da febre aftosa e ampliar as zonas livres de febre aftosa sem vacinação, protegendo o patrimônio pecuário nacional e gerando o máximo de benefícios aos atores envolvidos e à sociedade brasileira.

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