Desde a proclamação oficial do resultado da eleição do dia 5 de outubro, feita pelo Tribunal Regional Eleitoral (TRE/SE), que o deputado estadual Francisco Gualberto (PT) está devidamente consciente da situação que o envolve. Oficialmente, ele está eleito entre os 24 deputados com 25.405 votos. E apesar de significativa, essa votação o coloca como o 10º candidato na principal coligação que apoiou a candidatura do governador reeleito Jackson Barreto. "O que sei é que sou um dos 24 nomes anunciados pelo TRE. Portanto, o que vier depois disso será questão para o judiciário resolver. Cada dia com sua agonia", disse Gualberto.
"Nossos advogados estão acompanhando todos os passos do caso e iremos agir no momento certo. Pelo o que se sabe, o nosso direito é bom", argumenta Gualberto.
O que consta é que a candidatura de Manoel Messias Sukita, que concorreu sub judice e obteve 33.179 votos, está indeferida pelo tribunal local, em decisão unânime. Além disso, o seu recurso ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), sequer consta nas informações disponibilizadas no site da instância federal. De acordo com os advogados que acompanham Francisco Gualberto, não existe histórico no TSE de reverter indeferimentos de candidaturas regionais.


