Todos os atendimentos realizados no Hospital de Amor serão custeados por meio do Sistema Único de Saúde (SUS)
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Obra pronta e filho criado não padecem por falta de pai. Assim, não faltará gente disposta a se vangloriar pela construção do Hospital do Amor, em Lagarto. Em verdade, no entanto, cada pedra daquele edifício foi empilhada, por assim dizer, pelo empresário Henrique Prata – único e verdadeiro responsável por esse grande feito.
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Todo esforço para minimizar o sofrimento dos pacientes oncológicos dependentes do Sistema Único de Saúde (SUS) em Sergipe produz efeito imediato. A carência de leitos, unidades de tratamento e até do maquinário indispensável ao tratamento é responsável por uma demanda reprimida que os hospitais locais estão longe de atender a contento.
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Até hoje, havia somente duas unidades de saúde com competência para atender aos pacientes oncológicos no estado. Tanto em uma quanto em outra faltam recursos, estrutura e medicamentos.
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No Hospital Cirurgia, o atendimento vira e mexe é suspenso, em função de pendências financeiras com entes públicos e a precariedade de equipamentos obsoletos. No Hospital de Urgência de Sergipe (Huse), a superlotação provoca filas e espera prolongada.
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Agora, a conversa é outra. Dentre os serviços já disponibilizados nesta primeira etapa, estão quimioterapia, radioterapia e braquiterapia, beneficiando pacientes de Sergipe, Alagoas, Bahia e Pernambuco. O mais importante: Todos os atendimentos realizados no Hospital de Amor serão custeados por meio do Sistema Único de Saúde (SUS).
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Assim, a inauguração do Hospital do Amor, em Lagarto, sexta-feira, chega em boa hora, antes tarde do que nunca. Em verdade, a concessão das licenças indispensáveis ao atendimento regular de pacientes foram proteladas por tempo demais.


