Jeferson Andrade desponta como favorito para ser o vice de Mitidieri

Como candidato a vice-governador de Fábio Mitidieri no próximo ano, em caso de vitória da chapa, Jeferson Andrade chegaria em 2030 amplamente fortalecido e em condições de liderar a manutenção do grupo no comando do estado

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Presidente da Assembleia Legislativa, o deputado estadual Jeferson Andrade (PSD) se transformou num grande líder da nova geração na política sergipana. Em quarto mandato, o deputado vem sendo citado como provável candidato a vice-governador em 2026 na chapa do governador Fábio Mitidieri (PSD), que disputará a reeleição.
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Filho de Ulices Andrade, conselheiro do Tribunal de Contas do Estado e também ex-presidente da Alese, Jeferson mantém a Assembleia fora de polêmicas, focada na apresentação e discussão de projetos de interesse do estado de Sergipe. É um negociador nato, que sabe ouvir e manifestar suas posições, respeitando divergências.
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Jeferson Andrade foi eleito pela primeira vez em 2011, aos 31 anos, quando participou de comissões importantes do legislativo sergipano. Entre 2015 e 2023 – mais dois mandatos – ocupou o cargo de primeiro-secretário. Em fevereiro de 2023 foi eleito presidente, sendo reeleito este ano para um mandato que vai até 31/02/2027.
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Político em ascensão, Jeferson deixou clara a sua liderança em fevereiro deste ano, quando ofereceu um almoço na fazenda da família em Nossa Senhora de Lourdes. O governador Fábio Mitidieri, senadores, deputados federais e estaduais, prefeitos, vereadores, empresários e lideranças políticas de todo o estado estiveram presentes.
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A confraternização se transformou numa espécie de lançamento de sua pré-candidatura a vice-governador. Ele mesmo admitiu a possibilidade, sem descartar, no entanto, uma nova disputa para a Assembleia, caso o projeto não seja viabilizado.
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Em entrevistas, o parlamentar reafirmou seu compromisso com o grupo liderado pelo governador Fábio Mitidieri e a pretensão de integrar a chapa majoritária. “Sim, com certeza. Temos conversas agendadas com outras lideranças. Eu não quero atrapalhar em momento algum ou ser o ponto de desequilíbrio na reeleição, com fé em Deus e no povo sergipano, do governador Fábio. Eu tenho procurado lideranças e tenho sido procurado também. O clima está bem suave com esses líderes, e a intenção é essa, participar da chapa, deixar meu nome sem nenhum empecilho sob essa parte política. O que nos resta agora é trabalhar e conversar com o nosso agrupamento para que o nosso nome seja escolhido”, afirmou Jeferson.
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No momento, a preocupação não é apenas com a eleição de 2026, mas com a manutenção do grupo no poder a partir de 2030 quando o atual governador não poderá mais disputar a reeleição. Por isso o cuidado na escolha do candidato a vice.
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Tradicionalmente, na política sergipana o governador se desincompatibiliza do cargo na reta final do mandato para pleitear vaga no legislativo, para Câmara ou Senado Federal, abrindo espaços para que o vice possa assumir e disputar a reeleição. Foi assim com Jackson Barreto, que assumiu em 2013 devido a morte do governador Marcelo Déda, com Belivaldo Chagas, substituto de Jackson em 2018, que obteve a reeleição.
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Esse grupo chegou ao comando do estado em 2006, quando Déda criou uma frente ampla e conseguiu acabar com a hegemonia do então governador João Alves Filho, vencendo em primeiro turno. Foi reeleito em 2010, mesmo já enfrentando problemas graves de saúde que acabaram provocando a sua morte em 2013. No pleito seguinte, a reeleição de Jackson chegou a ser ameaçada em função do poderio econômico dos irmãos Amorim. Nas eleições de 2022, o senador Rogério Carvalho (PT) abriu divergência no grupo, venceu no primeiro turno e acabou derrotado no segundo.
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Para a eleição de 2026 a oposição ainda não dispõe de um nome competitivo para enfrentar o atual governador. Rogério anunciou que disputará a reeleição e o atual prefeito de Itabaiana, Valmir de Francisquinho (PL), sempre citado para o cargo, ainda enfrenta problemas com a justiça e pode ficar inelegível.
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Como candidato a vice-governador de Fábio Mitidieri no próximo ano, em caso de vitória da chapa, Jeferson Andrade chegaria em 2030 amplamente fortalecido e em condições de liderar a manutenção do grupo no comando do estado.
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Pintura sobre tela de Inês D’Avila
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Pauta bolsonarista

O senador Laércio Oliveira (PP-SE) assinou, quinta-feira (7), o pedido de impeachment do ministro do Supremo Tribunal Federal, Alexandre de Moraes, na manhã desta quinta-feira (7).
Com isso, a oposição somou as 41 assinaturas necessárias para entrar no Senado com um pedido de impeachment do ministro, que determinou a prisão domiciliar do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).
O senador Alessandro Vieira (MDB-SE) também está na lista dos 41 a assinarem o pedido de impeachment. Como era esperado, o senador Rogério Carvalho (PT-SE) não assinou o requerimento.
A Constituição determina que cabe ao presidente do Senado pautar o pedido de impeachment. Não importa quantos senadores apoiem. Se 80 forem a favor, e o presidente, o 81º, for contra, ele não pauta.
Caso o presidente Davi Alcolumbre dê início ao processo – ele garante que não fará isso -, uma comissão especial vai analisar o caso. Se o parecer for favorável à destituição, é preciso ter maioria simples (ao menos 41 votos) para dar andamento ao processo. A votação final, que define se o ministro do STF sofre impeachment ou não, precisa da aprovação de 2/3 do Senado, ou seja, 54 votos.
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Maria da Penha

Na quinta-feira (7), a Lei Maria da Penha completou 19 anos como um dos principais instrumentos de enfrentamento à violência contra as mulheres no Brasil.
Essa conquista é fruto da luta incansável do movimento feminista e da coragem de mulheres como Maria da Penha, que transformaram a sua dor em resistência.
Reconhecida internacionalmente, a legislação representou um avanço ao reconhecer a violência doméstica como crime e estabelecer mecanismos de proteção, como medidas protetivas e a criação de juizados especializados.
Apesar dos avanços, a situação das mulheres no Brasil em relação à violência ainda é crítica. A cada duas horas, uma mulher é vítima de feminicídio no Brasil. Em 80% dos casos o agressor era parceiro ou ex-companheiro.
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Contra o Brasil

Durante entrevista ao programa Conexão GloboNews, o senador Rogério Carvalho (PT-SE), líder do Partido dos Trabalhadores no Senado, fez duras críticas ao que classificou como “uma nova forma de violência política praticada pela extrema direita no Brasil”. Segundo o parlamentar, o país vive uma tentativa contínua de desestabilização das instituições democráticas, que se manifesta agora com novas táticas dentro do Congresso Nacional.
“Estamos submetidos a uma violência. Em 2023, vimos a destruição do STF, do Congresso Nacional e do Palácio do Planalto. E agora vemos uma nova violência disfarçada de obstrução”, afirmou o senador.
Para ele, o direito da oposição de obstruir votações precisa respeitar o Regimento Interno, e não pode servir de instrumento para impedir votações de interesse público, como as isenções de imposto de renda para trabalhadores de baixa renda, enfatizando que impedir votações fundamentais para o povo brasileiro é uma agressão. “Isso é uma violência contra o Brasil e contra os brasileiros”, declarou.
Carvalho também voltou suas críticas diretamente ao deputado federal licenciado Eduardo Bolsonaro (PL-SP), que, segundo ele, atua de forma deliberada contra os interesses nacionais. O senador acusou o filho do ex-presidente Jair Bolsonaro de agir como sabotador da soberania e da economia brasileira. “Eduardo Bolsonaro joga contra o Brasil. Ataca nossa soberania e continua conspirando contra o Estado Democrático de Direito”, disse.
Ele ainda ressaltou que o pedido de aplicação de sanções contra o Brasil por parte do deputado, motivado por vingança pessoal e proteção familiar, é uma atitude entreguista e antipatriótica. “Não podem jogar essa conta no colo do presidente Lula. Essa é uma ação típica de quem sempre sabotou o Brasil quando estava no poder”, reforçou.
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Águas profundas

O Projeto Sergipe Águas Profundas pode ser novamente adiado por conta do atual ambiente de preços do petróleo, segundo publicação do jornal Valor Econômico. A reportagem acrescenta que essa redução pesou nos resultados do 2º trimestre, devendo ser a “pedra no sapato” da Petrobras.
Desde que foi concebido, o “Sergipe Águas Profundas” vem sendo constantemente adiado. A mais recente previsão da petrolífera é que o projeto só comece a produzir gás e petróleo a partir de 2030. No momento, a Petrobras tenta a contratação de dois navios-plataformas para atender ao projeto. O investimento previsto é de U$ 5 bilhões visando a produção de 240 mil barris/dia de petróleo e até 18 milhões de m³/d de gás natural.
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Pedido devolvido

A Secretaria do Tesouro Nacional (STN) devolveu a Prefeitura de Aracaju o pedido de empréstimo de R$ 136 milhões aprovado pela Câmara Municipal de Aracaju em função de erros técnicos, segundo informou o radialista Marco Aurélio em seu programa de rádio. De acordo com o radialista, a prefeitura cometeu equívocos em sete itens do pedido apresentado.
O empréstimo, segundo a justificativa da prefeita Emília Corrêa (PL,) é para a renovação da frota de ônibus de Aracaju, com a inclusão dos ônibus elétricos. Depois de adquiridos os ônibus serão cedidos pela PMA para as empresas que exploram o transporte coletivo na Grande Aracaju.
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Sobre democracia

Ainda estão abertas as inscrições para participação on-line no seminário Democracia em Perspectiva na América Latina e no Brasil. O evento, promovido pelo Senado, acontece no Auditório Petrônio Portella, no Senado, na terça-feira (12), a partir das 13h30. Com a participação de pesquisadores, o seminário busca aprofundar o debate sobre os desafios do regime democrático na região e refletir sobre seu fortalecimento.
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