Monique Oliveira
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Nesta sexta-feira, dia 1º de fevereiro, representantes do Movimento Não Pago vão entregar oficialmente as reivindicações a secretária Municipal de Defesa e Cidadania, Georlize Oliveira, junto com a Superintendência Municipal de Transporte Trânsito (SMTT) para analisar a tarifa de ônibus que deve sofrer reajuste de até 11%.
Ontem, membros do movimento estiveram no Centro Administrativo da Prefeitura de Aracaju para entregar ao prefeito João Alves uma pauta de reivindicações referentes ao sistema de transporte público.
"O reajuste da tarifa vai ser analisado tecnicamente pela SMTT, pois é preciso avaliar se na prática o reajuste é viável neste momento", afirmou Georlize Teles, que deixou o seu gabinete e conversou com os manifestantes na porta da PMA.
De acordo com o membro do movimento, Flávio Menezes, superlotação, ônibus quebrados, falta de cobertura nos pontos de ônibus e atraso das linhas são algumas reclamações que constam na pauta de reivindicação.
"Esta carta foi feita com a participação não só dos estudantes, mas com trabalhadores, desempregados e movimentos sociais. O que queremos é melhoria na qualidade do transporte público", afirmou o jovem.
Ele ressaltou que com o novo reajuste apresentado pelo Sindicato das Empresas de Transporte de Passageiros (Setransp) o valor da passagem, atualmente de R$ 2,25 passaria a ser de R$ 2,52, valor considerado pelo Movimento Não Pago abusivo. "Eles alegam que tiveram prejuízo com o congelamento da passagem ano passado, mas não temos acesso as planilhas de custos para justificar os prejuízos. A passagem aumenta e os transportes coletivos continuam sem qualidade", frisou Flávio.


