Mais um baque

 

Já não se trata de mera especulação. O Ministé
rio de Minas e Energia assumiu oficialmente que 
está fechando a sede da Petrobrás em Aracaju. A confirmação responde a requerimento do deputado federal Fábio Henrique, após muito disse me disse. Agora, resta saber como o Governo de Sergipe reagirá a mais este baque em contexto econômico tão adverso.
A razão alegada para fechar as portas da unidade localizada em Aracaju não tem relação direta com as atividades operacionais da estatal. Trata-se somente de tapar um rombo de U$ 90 bilhões. Pura matemática. Ante a necessidade de cortar gastos, a sede administrativa da Petrobras em Sergipe será transferida para Carmópolis, a exemplo do que é feito em outras bases, Brasil afora.
De fato, o acanhamento da Petrobras é flagrante. A própria estatal informa que já reduziu o número de sedes e imóveis ocupados em quase 50%: de 72, em 2015, para 38, ano passado. Na ponta do lápis, a economia anual seria de R$ 700 milhões.
A bem da verdade, no entanto, os problemas de gestão enfrentados pela Petrobras fogem à compreensão da maior parte dos sergipanos. A importância econômica da estatal, o impacto em geração de renda e emprego, ao contrário, pode ser estimada sem um pingo de dificuldade por  qualquer um.
A informação fornecida pelo Ministério de Minas e Energia prova: Se depender do governo federal, Sergipe continuará à míngua, com a economia estagnada. Os sinais são claros. A retração dos investimentos realizados pela Petrobras, por exemplo, revela que o ouro tesouro nacional já não reluz por aqui.

Já não se trata de mera especulação. O Ministé rio de Minas e Energia assumiu oficialmente que  está fechando a sede da Petrobrás em Aracaju. A confirmação responde a requerimento do deputado federal Fábio Henrique, após muito disse me disse. Agora, resta saber como o Governo de Sergipe reagirá a mais este baque em contexto econômico tão adverso.
A razão alegada para fechar as portas da unidade localizada em Aracaju não tem relação direta com as atividades operacionais da estatal. Trata-se somente de tapar um rombo de U$ 90 bilhões. Pura matemática. Ante a necessidade de cortar gastos, a sede administrativa da Petrobras em Sergipe será transferida para Carmópolis, a exemplo do que é feito em outras bases, Brasil afora.
De fato, o acanhamento da Petrobras é flagrante. A própria estatal informa que já reduziu o número de sedes e imóveis ocupados em quase 50%: de 72, em 2015, para 38, ano passado. Na ponta do lápis, a economia anual seria de R$ 700 milhões.
A bem da verdade, no entanto, os problemas de gestão enfrentados pela Petrobras fogem à compreensão da maior parte dos sergipanos. A importância econômica da estatal, o impacto em geração de renda e emprego, ao contrário, pode ser estimada sem um pingo de dificuldade por  qualquer um.
A informação fornecida pelo Ministério de Minas e Energia prova: Se depender do governo federal, Sergipe continuará à míngua, com a economia estagnada. Os sinais são claros. A retração dos investimentos realizados pela Petrobras, por exemplo, revela que o ouro tesouro nacional já não reluz por aqui.

 

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