Mais um

 

A emergência de uma pandemia, como ocorre 
mundo a fora com o coronavírus, costuma pro
vocar todo tipo de cuidado. Bom seria, no entanto, se o alarme fosse acompanhado de merecida preocupação com todo tipo de contágio. Aqui mesmo no Brasil, por exemplo, a falta de cobertura vacinal é um problema capital da saúde pública.
A Campanha Nacional de Vacinação Contra o Sarampo, com foco na população com faixa etária de 5 a 19 anos, por exemplo, deveria ser melhor divulgada. A campanha foi iniciada no dia 10 de fevereiro e encerra na próxima sexta-feira (13). O objetivo é imunizar os brasileiros e os livrar do sarampo, a rubéola e a caxumba, doenças graves e de fácil contágio.
Ano passado, o Brasil sofreu um inesperado surto de sarampo. Apenas dois casos da doença foram confirmados em Sergipe. Mesmo assim, a multiplicação das notificações foi suficiente para acender o sinal de alerta. A negligência de anos seguidos, em diversas esferas do poder público, pode ter propiciado a ocorrência de uma nova epidemia no estado, mais preocupante até do que a dengue.
Vacina só faz bem. Trata-se aqui de uma conquista civilizatória. Infelizmente, a insuficiência de campanhas públicas capazes de informar a população sobre a importância da imunização trouxe velhos fantasmas de volta à ativa. Sarampo, pólio, difteria, tétano e até febre amarela. O descuido imperdoável dos gestores públicos vem resultando em perdas humanas. É nisso que dá a irresponsabilidade com as questões de saúde pública. 
Em território verde e amarelo, infelizmente, o coronavírus é só mais um.

A emergência de uma pandemia, como ocorre  mundo a fora com o coronavírus, costuma pro vocar todo tipo de cuidado. Bom seria, no entanto, se o alarme fosse acompanhado de merecida preocupação com todo tipo de contágio. Aqui mesmo no Brasil, por exemplo, a falta de cobertura vacinal é um problema capital da saúde pública.
A Campanha Nacional de Vacinação Contra o Sarampo, com foco na população com faixa etária de 5 a 19 anos, por exemplo, deveria ser melhor divulgada. A campanha foi iniciada no dia 10 de fevereiro e encerra na próxima sexta-feira (13). O objetivo é imunizar os brasileiros e os livrar do sarampo, a rubéola e a caxumba, doenças graves e de fácil contágio.
Ano passado, o Brasil sofreu um inesperado surto de sarampo. Apenas dois casos da doença foram confirmados em Sergipe. Mesmo assim, a multiplicação das notificações foi suficiente para acender o sinal de alerta. A negligência de anos seguidos, em diversas esferas do poder público, pode ter propiciado a ocorrência de uma nova epidemia no estado, mais preocupante até do que a dengue.
Vacina só faz bem. Trata-se aqui de uma conquista civilizatória. Infelizmente, a insuficiência de campanhas públicas capazes de informar a população sobre a importância da imunização trouxe velhos fantasmas de volta à ativa. Sarampo, pólio, difteria, tétano e até febre amarela. O descuido imperdoável dos gestores públicos vem resultando em perdas humanas. É nisso que dá a irresponsabilidade com as questões de saúde pública. 
Em território verde e amarelo, infelizmente, o coronavírus é só mais um.

 

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