Quarta, 19 De Junho De 2024
       
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Marcha dos trabalhadores é realizada na capital


Publicado em 26 de julho de 2012
Por Jornal Do Dia


MARCHA - CENTENAS DE TRABALHADORES RURAIS LIGADOS AO MST PARTICIPARAM ONTEM DE UMA MARCHA EM ARACAJU

Trabalhadores rurais concentrados na Praça general Valadão

Milton Alves Júnior

Em alusão ao Dia Nacional do Trabalhador Rural, comemorado ontem, cerca de mil interioranos se reuniram na entrada de Aracaju para promover a tradicional marcha dos trabalhadores. Realizada pelo nono ano consecutivo, entre os participantes estavam integrantes do Movimento Sem Terra (MST) e dos conselhos municipais de desenvolvimento sustentável dos municípios de Poço Redondo, Canindé do São Francisco, Barra dos Coqueiros e Tobias Barreto. A marcha, que começou por volta das 9h, foi concluída às 17h30 na Praça General Valadão, centro da capital.

Avaliando o ato como positivo e construtivo, Esmeraldo Leal, membro da comissão organizadora, garantiu que o objetivo da caminhada foi alcançado e que ao longo do percurso foi possível contar até com 15 mil pessoas. "Nesse momento percebe-se que muitas pessoas estão na praça pra concluir o dia festivo, porém durante todo o dia milhares de pessoas puderam participar direta ou indiretamente. Mais uma vez pudemos reunir um grande número de sertanejos que residem em municípios diferentes, isso pra nós é o bastante", ressaltou. Ainda durante a marcha, foi realizado um ato público na Praça Ranulfo Prata, próximo ao Cemitério da Cruz Vermelha.

O intuito da manifestação era acompanhar a reunião de alguns líderes comunitários junto à direção do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra). Entre as pautas estava a solicitação para liberação de recursos no valor de RS 12 mil para os assentados dos povoados Barra da Onça, Flor da Serra e Pedra Grande, todos localizados no município de Poço Redondo. "Hoje contamos com quase 400 famílias esperando a ajuda do Governo Federal, mas alguns impasses ainda burocratizam o repasse dessa verba e isso nos prejudica, corroe e tira do cidadão o prazer de viver. O povo do sertão tem a fama de vida sofrida, e sem essa ajuda a situação fica mais difícil", concluiu Leal.

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