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Maternidade terá novos leitos de UTI


Publicado em 04 de julho de 2012
Por Jornal Do Dia


O secretário da Saúde, Sílvio Santos, durante entrevista coletiva

Milton Alves Júnior
   
Diante da repercussão nacional da morte de 14 recém-nascidos somente no mês de junho na maternidade Nossa Senhora de Lourdes, em Aracaju, o secretário estadual da Saúde, Sílvio Santos, convocou ontem uma coletiva de imprensa para prestar esclarecimentos à sociedade.
De acordo com Silvio Santos, esse problema ocorreu, porém foi no início do mês de junho e medidas emergenciais já foram adotadas para evitar novos casos dessa natureza. "Realmente foi um fato lamentável que identificamos. Melhorias já foram adotadas. De certa forma foram casos com um alto risco de morte, mas vamos trabalhar para que possamos evitar o óbito até desses casos complicados", disse.
Entre as melhorias está a ampliação no número de leitos de Unidade de Tratamento Intensivo (UTI). Conforme o secretário, em um prazo máximo de 45 dias a maternidade Santa Isabel, em Aracaju, e o hospital José Franco, em Nossa Senhora do Socorro, passam a ter uma estrutura suficiente para realizar aproximadamente 400 partos, desafogando a maternidade Nossa Senhora de Lourdes. "Em poucos dias essa história de superlotação não será mais cabível. Atualmente possuímos profissionais e estrutura física suficiente para atender aos sergipanos, e demais pacientes que vem de outros estados; mesmo assim, estamos ampliando e qualificando nosso sistema", disse.
Sílvio Santos afirmou que Sistema Único de Saúde (SUS), em Sergipe, também presta assistência médica à pacientes dos estados da Bahia, Alagoas e até Pernambuco. Esse seria um dos principais motivos para a existência de alguns problemas na saúde pública. A Secretaria da Saúde está acelerando a implantação do programa Rede Cegonha, o que irá ampliar o número de leitos para bebês no Estado.
Com a aprovação dessa rede, o Governo do Estado poderá fornecer um atendimento médico mais especializado para todas as mulheres, desde o início da  gestação até o momento do parto. Com atendimentos em hospitais, clínicas e até residências, a rede será implantada na capital e no interior, como informou o secretário.

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