Nem todos se criam

 

Quem nasce em Sergipe tem menos chance de 
se criar, em comparação com a expectativa 
observada em outros estados brasileiros. De acordo com os dados censitários do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, a esperança de uma vida próspera é negada a muitos sergipanos, desde o nascimento. 
Sergipe é o 5º estado nordestino com maior taxa de mortalidade infantil (14,8 para cada 1000 nascidos vivos). A situação é incompatível com qualquer perspectiva de justiça social porventura acalentada por essas bandas. Entre os recém nascidos que vingam, por assim dizer, a maior parte viverá menos do que a maioria dos brasileiros.
A esperança de vida ao nascer, em Sergipe, fica abaixo da média nacional (73,2 anos para ambos os sexos e 76,3 na média nacional). A diferença parece pequena, mas considerada a sua gravidade, não deve ser desprezada. Aqui e em outros sete estados do território verde e amarelo, vive-se pouco, morre-se primeiro.
As razões para o alto índice de mortalidade infantil e para a longevidade negada aos sergipanos revelam a falência das políticas públicas de saúde e segurança em âmbito estadual. Mas não apenas isso. Os dados na Tábua de Mortalidade divulgados pelo IBGE também são considerados para fins de cálculos previdenciários. Assim, a necessidade de promover uma reforma nos mesmos termos da realizada recentemente pelo Congresso Nacional exige sensibilidade e muito cuidado.

Quem nasce em Sergipe tem menos chance de  se criar, em comparação com a expectativa  observada em outros estados brasileiros. De acordo com os dados censitários do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, a esperança de uma vida próspera é negada a muitos sergipanos, desde o nascimento. 
Sergipe é o 5º estado nordestino com maior taxa de mortalidade infantil (14,8 para cada 1000 nascidos vivos). A situação é incompatível com qualquer perspectiva de justiça social porventura acalentada por essas bandas. Entre os recém nascidos que vingam, por assim dizer, a maior parte viverá menos do que a maioria dos brasileiros.
A esperança de vida ao nascer, em Sergipe, fica abaixo da média nacional (73,2 anos para ambos os sexos e 76,3 na média nacional). A diferença parece pequena, mas considerada a sua gravidade, não deve ser desprezada. Aqui e em outros sete estados do território verde e amarelo, vive-se pouco, morre-se primeiro.
As razões para o alto índice de mortalidade infantil e para a longevidade negada aos sergipanos revelam a falência das políticas públicas de saúde e segurança em âmbito estadual. Mas não apenas isso. Os dados na Tábua de Mortalidade divulgados pelo IBGE também são considerados para fins de cálculos previdenciários. Assim, a necessidade de promover uma reforma nos mesmos termos da realizada recentemente pelo Congresso Nacional exige sensibilidade e muito cuidado.

 

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