Segundo o Ministério Público de Sergipe, o descaso com a assistência médica na capital sergipana provoca dor e mortes
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Emília Corrêa precisa cuidar melhor da população que a fez prefeita de Aracaju. Segundo o Ministério Público de Sergipe, o descaso com a assistência médica na capital sergipana provoca dor e mortes.
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O caos é generalizado. Tome-se, no entanto, a espera por uma consulta com um médico endocrinologista por exemplo. O chá de cadeira chega a esfriar durante dois longos anos.
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Em Ação Civil Pública, o MP sergipano alega que a omissão do Município compromete o direito fundamental à saúde, previsto na Constituição Federal, colocando em risco a vida de pacientes que necessitam de assistência regular e especializada.
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O MPSE requer, assim, em caráter liminar, que o Município de Aracaju seja obrigado a reestruturar o serviço de endocrinologia da rede municipal ou contratar clínicas da rede complementar, de forma a garantir que todos os pacientes listados na fila de espera, cerca de sete mil suplicantes, tenham suas consultas agendadas em até 30 dias, com ampliação da oferta mensal de atendimentos.
Os tropeços dos primeiros meses do mandato de Emília, quando a açodada e um tanto espetaculosa suspensão de contratos resultou em serviços insatisfatórios, antecederam faltas muito mais graves, como se vê agora.
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Hoje, apenas seis especialistas endocrinologistas atendem à capital sergipana, povoada por mais de 600 mil habitantes, no âmbito do Sistema Único de Saúde. Não é razoável. O MP, representando a população de Aracaju, exige que Emília tome providências.


