Os lapsos recorrentes na coleta de lixo sob a guarda da prefeita Emília dão lastro às críticas do vereador Élber Batalha na Câmara municipal
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Um início de mandato desastroso, marcado pela precariedade de serviços básicos, muito propenso à propaganda e aos recortes tendenciosos das redes sociais. Eis aqui, em poucas palavras, como a minúscula oposição enfrentada pela prefeita Emília Corrêa descreve os primeiros cinco meses de sua gestão.
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Não se evoca aqui, infelizmente, a retórica boquirrota da politicagem. Os lapsos recorrentes na coleta de lixo sob a guarda da prefeita Emília dão lastro às críticas do vereador Élber Batalha no plenário da Câmara municipal.
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Para o vereador, a deficiência do serviço revela a incompetência da Prefeitura de Aracaju e resvala em ameaça à saúde pública. O lixo acumulado nas ruas favorece a proliferação de animais peçonhentos e doenças. Em alguns bairros de Aracaju, a interrupção da coleta já dura uma semana.
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Ao assumir a Prefeitura de Aracaju, Emília Corrêa fez grande estardalhaço a respeito do contrato firmado pela gestão anterior com a Torre, então responsável por dar um destino adequado aos dejetos gerados pelos moradores de Aracaju. Um novo contrato redundaria em economia substancial, a prefeitura afirmava, algo em torno de R$ 30 milhões. Pelo que se vê agora, no entanto, um serviço bem feito tem o seu preço. E Emília Corrêa se recusou a pagar.


