Uma simples ultrapassagem levou o acusado a efetuar o disparo que matou uma menina prestes a completar dois anos de vida
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Um crime bárbaro, sem qualquer motivação, com o resultado de uma vítima inocente. A facilidade com que se dispõe das armas de fogo, à revelia de qualquer regulação, é a mesma com que se mata.
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Segundo o delegado à frente das investigações, uma simples ultrapassagem, em Areia Branca, no interior de Sergipe, levou o acusado a efetuar o disparo que matou uma menina prestes a completar dois anos de vida. A arma do crime foi adquirida de forma ilegal.
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“Ele alegou que comprou a arma de forma clandestina, há cerca de dois anos, de um caminhoneiro em Itabaiana por R$ 8 mil. Isso demonstra que ele já utilizava a arma como um acessório pessoal”, declarou.
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O Atlas da violência possui uma série de recortes reveladores. Entre todos os dados relacionados à questão da violência e a criminalidade, no entanto, chama atenção aquele que talvez aponte a principal razão de tanto sangue: as estatísticas provam sem sombra de dúvidas que há relação direta entre o número de homicídios e a facilidade de acesso a armas de fogo.
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Felizmente, a política do olho por olho, dente por dente, adotada nos anos de Bolsonaro, em oposição ao estatuto do desarmamento, já foi revogada em âmbito institucional. Os seus efeitos, como se vê mais uma vez, no entanto, ainda pesam sobre o dia a dia dos brasileiros.


