O vírus circula

 

Ninguém sabe o número exato de brasi-
leiros infectados pelo coronavírus. A úni-
ca certeza é que os casos confirmados multiplicam continuamente e de que o vírus já circula livremente, de pessoa para pessoa, nos limites do território nacional.
A transmissão comunitária ocorre quando não é mais possível identificar a fonte de transmissão de pacientes que contraem a doença, o que indica que o vírus já circula entre a população. Significa dizer, portanto, que as providências adotadas até agora não foram suficientes para evitar a proliferação do coronavírus no Brasil.
De fato, a postura do governo brasileiro diante da crise deixou muito a desejar. Há poucos dias, o presidente Jair Bolsonaro acusou o alarme da imprensa ao tratar da emergência global, chegou a falar em fantasia. Agora, com a crise batendo à sua porta, os fatos deixam claro que o presidente brincou com a saúde da população. 
Em todo o país, há pelo menos 1.485 casos suspeitos. Esses pacientes, em sua maioria, apresentam febre e sintomas respiratórios (como tosse ou dificuldade de respirar), voltaram de viagem ao exterior recentemente ou tiveram contato com algum caso confirmado da doença. Segundo o procedimento corrente, é preciso aguardar o resultado do exame de detecção do vírus antes de descartar a suspeita.
Na primeira etapa de propagação do vírus, quando há apenas transmissão local, o objetivo é o de limitar a disseminação do vírus. Já na segunda fase, quando há a transmissão comunitária, o foco do sistema de saúde é evitar casos graves e mortes. Ou seja: O governo Bolsonaro perdeu o controle sobre a crise, por força de negligência. Agora, trata somente de evitar o pior.

Ninguém sabe o número exato de brasi- leiros infectados pelo coronavírus. A úni- ca certeza é que os casos confirmados multiplicam continuamente e de que o vírus já circula livremente, de pessoa para pessoa, nos limites do território nacional.
A transmissão comunitária ocorre quando não é mais possível identificar a fonte de transmissão de pacientes que contraem a doença, o que indica que o vírus já circula entre a população. Significa dizer, portanto, que as providências adotadas até agora não foram suficientes para evitar a proliferação do coronavírus no Brasil.
De fato, a postura do governo brasileiro diante da crise deixou muito a desejar. Há poucos dias, o presidente Jair Bolsonaro acusou o alarme da imprensa ao tratar da emergência global, chegou a falar em fantasia. Agora, com a crise batendo à sua porta, os fatos deixam claro que o presidente brincou com a saúde da população. 
Em todo o país, há pelo menos 1.485 casos suspeitos. Esses pacientes, em sua maioria, apresentam febre e sintomas respiratórios (como tosse ou dificuldade de respirar), voltaram de viagem ao exterior recentemente ou tiveram contato com algum caso confirmado da doença. Segundo o procedimento corrente, é preciso aguardar o resultado do exame de detecção do vírus antes de descartar a suspeita.
Na primeira etapa de propagação do vírus, quando há apenas transmissão local, o objetivo é o de limitar a disseminação do vírus. Já na segunda fase, quando há a transmissão comunitária, o foco do sistema de saúde é evitar casos graves e mortes. Ou seja: O governo Bolsonaro perdeu o controle sobre a crise, por força de negligência. Agora, trata somente de evitar o pior.

 

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