A guerra comercial promovida agora, sob pretextos diversos, se vale do poderio econômico para colocar tudo o mais em segundo plano
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Sob Donald Trump, o imperialismo de coloração ianque recrudesceu e ganhou viés tarifário. A guerra comercial promovida agora, sob pretextos diversos, se vale do poderio econômico para colocar tudo o mais em segundo plano.
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Segundo o diplomata Aloysio Nunes, ex-chanceler do Brasil, a influência verde e amarela sobre a América Latina motiva os receios do Tio Sam. Segundo ele, Trump pretende “quebrar a espinha do Brasil”.
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É verdade que a atuação controversa de algumas lideranças rebaixa o próprio exercício da política, como se nota desde o início do segundo mandato de Trump. Bastou que os americanos elegessem um doidivanas sem qualquer disposição para reconhecer a diversidade e autonomia dos povos para as nações se depararem com uma Nova Ordem Mundial.
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Na política colocada em prática pelo presidente dos Estados Unidos, com consequências ainda imprevistas, as fronteiras entre os países mais separam do que aproximam. Na melhor das hipóteses, Trump e os Estados Unidos restarão isolados – ao contrário do Brasil e de outros países com política externa razoável, dispostos a buscar as oportunidades da multipolaridade e do livre comércio.


