Planalto na contramão

 

A realidade bate à porta do Palácio do Planalto, mas os inquilinos do Poder Executivo federal ainda relutam em atender. A essa altura do campeonato, com a projeção de uma recessão mundial, qualquer preocupação com o cumprimento de metas fiscais castradoras deveriam ser página virada. Mas a equipe do ministro Paulo Guedes, da economia, ainda se apoia em dogmas econômicos que podem custar muito caro ao País.
Ontem, em sentido contrário aos rumos pretendidos pela dupla Bolsonaro e Guedes, o Congresso Nacional suplantou o rigor irracional do Planalto. A votação aqui em questão dizia respeito à desoneração da folha de pagamentos para 17 setores, ao longo do ano vindouro. Na prática, a renúncia fiscal é vultosa.
Para a sorte dos brasileiros, The Chicago’s Boys perderam mais uma. A norma aprovada pelo Congresso autoriza que as empresas contribuam para a Previdência Social com um percentual que varia de 1% a 4,5% sobre a receita bruta ao invés de recolher 20% sobre a folha de pagamento.
O ajuste fiscal não precisa ser tomado por um palavrão. Por certo, há necessidade de manter os investimentos já insuficientes em educação e saúde públicas, por exemplo, além de incentivar a retomada da atividade econômica. É a estratégia de qualquer País com alguma ambição de grandeza. Em relação a este ponto não deveria haver discussão. 

A realidade bate à porta do Palácio do Planalto, mas os inquilinos do Poder Executivo federal ainda relutam em atender. A essa altura do campeonato, com a projeção de uma recessão mundial, qualquer preocupação com o cumprimento de metas fiscais castradoras deveriam ser página virada. Mas a equipe do ministro Paulo Guedes, da economia, ainda se apoia em dogmas econômicos que podem custar muito caro ao País.
Ontem, em sentido contrário aos rumos pretendidos pela dupla Bolsonaro e Guedes, o Congresso Nacional suplantou o rigor irracional do Planalto. A votação aqui em questão dizia respeito à desoneração da folha de pagamentos para 17 setores, ao longo do ano vindouro. Na prática, a renúncia fiscal é vultosa.
Para a sorte dos brasileiros, The Chicago’s Boys perderam mais uma. A norma aprovada pelo Congresso autoriza que as empresas contribuam para a Previdência Social com um percentual que varia de 1% a 4,5% sobre a receita bruta ao invés de recolher 20% sobre a folha de pagamento.
O ajuste fiscal não precisa ser tomado por um palavrão. Por certo, há necessidade de manter os investimentos já insuficientes em educação e saúde públicas, por exemplo, além de incentivar a retomada da atividade econômica. É a estratégia de qualquer País com alguma ambição de grandeza. Em relação a este ponto não deveria haver discussão. 

 

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