As medidas protetivas, convém sublinhar, podem ser a diferença entre vida e morte para mulheres vítimas de violência
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O número de medidas protetivas concedidas em Sergipe teve um aumento de 32,3% no comparativo entre 2023 e 2024. Os dados constam no Anuário Brasileiro de Segurança Pública, divulgado pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública (FBSP). E justificam o desenvolvimento de políticas públicas voltadas para a mulher.
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As medidas protetivas, convém sublinhar, podem ser a diferença entre vida e morte para mulheres vítimas de violência. Episódios absurdos, como o de uma mulher que teve a mão decepada pelo companheiro, ocorrido aqui mesmo Sergipe, sublinham a importância das políticas públicas de proteção à mulher, bem como dos instrumentos legais criados para lhes dar consequência.
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De acordo com o documento supracitado, 4.254 medidas protetivas foram concedidas em 2023. Já em 2024, o número saltou para 5.631, o que demonstra não apenas o crescimento das solicitações, mas também o avanço no acolhimento e na proteção das mulheres vítimas de violência.
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Atenção à mulher, em conformidade com a necessidade de uma reparação histórica, em favor da igualdade. Se o machismo, um dado latente da cultura nacional, insiste em fazer novas vítimas, a Lei vem adotando um rigor crescente, a fim de punir criminosos e prevenir a violência na prática.


