Riscos do Aedes aegypti

Sem providências, o mosquito se multiplica e mata, e espalha o vírus a esmo

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Não é novidade pra minguem: a alternância de sol e chuva favorece a proliferação do mosquito Aedes aegypti, vetor da dengue. Sem providências, ele se multiplica e mata, e espalha o vírus a esmo.
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De acordo com o último Levantamento Rápido de Índices para o Aedes aegypti (LIRAa), divulgado pela SES, nove municípios sergipanos estão em situação crítica. Nossa Senhora da Glória (6,6%), Simão Dias (6,3%), Cumbe (6,1%), Itabaiana (5,5%), Santa Luzia do Itanhy (4,8%), Malhador (4,6%), Riachão do Dantas (4,3%), Barra dos Coqueiros (4,1%) e Cedro de São João (4,0%) possuem alto índice de infestação. Outros 44 municípios apresentaram risco médio.
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O Brasil bateu recorde de mortes por dengue, recentemente, em 2023. Dados divulgados pelo Ministério da Saúde, por meio do Sistema de Informação de Agravos de Notificação (Sinan online), revelam que foram registradas pelo menos 1.079 mortes causadas pela doença naquele ano.
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A proliferação do Aedes aegypti ainda preocupa, portanto. Somente a vigilância do poder público, uma ação preventiva, com o apoio indispensável da população, pode dar fim ao vetor da doença, de uma vez por todas. Trata-se aqui de um fato de conhecimento público. Ano após ano, contudo, a infestação recrudesce.
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