Sorte e revés na Fafen

Trata-se de um investimento estratégico, a bem do tímido mercado de trabalho de Sergipe

A história da Fábrica de Fertilizantes Nitrogenados (Fafen) localizada em Sergipe é pontuada pela sucessão de períodos felizes e também por algum revés. Inegável, a qualquer tempo, é a sua importância na planta industrial do estado.
A retomada da produção na Fafen sempre esteve na pauta do governo de Sergipe, independente do mandatário eventualmente de plantão. E não poderia ser diferente. Em atividade, a fábrica de fertilizantes é responsável pela geração de centenas de empregos, em Sergipe e na Bahia.
Fundada pela Petrobras em 1980 e arrendada para a iniciativa privada desde 2020, a Fafen Sergipe teve suas atividades paralisadas em março de 2024, quando a Unigel, então operadora da unidade, alegou inviabilidade econômica. Agora, após nova licitação, a empresa Engeman toma todas as providências para retomar a produção.
Para tanto, a Engeman conta com o apoio declarado do governador Fábio Mitidieri e da Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico e da Ciência e Tecnologia (Sedetec). Nem poderia ser diferente. Trata-se de um investimento estratégico, a bem do tímido mercado de trabalho de Sergipe.
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