SUS é do tamanho do Brasil

 

O governo federal vai repassar recursos para os muni
cípios sergipanos, a fim de incentivar o cadastro da 
População no Sistema Único de Saúde. Trata-se aqui de quase R$ 6 milhões, para os nossos 75 municípios. Os recursos chegam em boa hora, mas ainda estão aquém da real necessidade de um sistema de saúde pública gratuita tão ambicioso, como é o SUS.
Não adianta brigar com os números. De 2008 a 2017, os gastos públicos per capita com a saúde no país não tiveram reajustes que superassem os valores de reposição previstos no Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), o principal indicador de inflação no Brasil. Nesse período, o índice subiu cerca de 80%. Caso os valores tivessem sido corrigidos pelo IPCA a partir de 2008, o gasto anual por pessoa, que em 2017 foi de R$ 1.271,35, seria ampliado para R$ 1.800.
Demanda para investimento na área não falta. Com a efetivação do SUS, o Brasil se tornou o primeiro país do mundo com mais de 150 milhões de habitantes comprometido com a oferta de saúde universal. Não é pouco. Trata-se de garantir desde o simples atendimento ambulatorial até o transplante de órgãos, garantindo acesso integral e gratuito para toda a população. Quem aguarda atendimento nas unidades sobrecarregadas Brasil afora certamente se surpreenderia com a informação, mas isso bastou para transformar o SUS em referência mundial em saúde pública.
Faltam recursos, profissionais e tecnologia, como pode ser observado na maioria dos postos de saúde de Sergipe. Apesar de tudo, no entanto, o SUS é um exemplo para o resto do mundo, tem o tamanho do Brasil.

O governo federal vai repassar recursos para os muni cípios sergipanos, a fim de incentivar o cadastro da  População no Sistema Único de Saúde. Trata-se aqui de quase R$ 6 milhões, para os nossos 75 municípios. Os recursos chegam em boa hora, mas ainda estão aquém da real necessidade de um sistema de saúde pública gratuita tão ambicioso, como é o SUS.
Não adianta brigar com os números. De 2008 a 2017, os gastos públicos per capita com a saúde no país não tiveram reajustes que superassem os valores de reposição previstos no Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), o principal indicador de inflação no Brasil. Nesse período, o índice subiu cerca de 80%. Caso os valores tivessem sido corrigidos pelo IPCA a partir de 2008, o gasto anual por pessoa, que em 2017 foi de R$ 1.271,35, seria ampliado para R$ 1.800.
Demanda para investimento na área não falta. Com a efetivação do SUS, o Brasil se tornou o primeiro país do mundo com mais de 150 milhões de habitantes comprometido com a oferta de saúde universal. Não é pouco. Trata-se de garantir desde o simples atendimento ambulatorial até o transplante de órgãos, garantindo acesso integral e gratuito para toda a população. Quem aguarda atendimento nas unidades sobrecarregadas Brasil afora certamente se surpreenderia com a informação, mas isso bastou para transformar o SUS em referência mundial em saúde pública.
Faltam recursos, profissionais e tecnologia, como pode ser observado na maioria dos postos de saúde de Sergipe. Apesar de tudo, no entanto, o SUS é um exemplo para o resto do mundo, tem o tamanho do Brasil.

 

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