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Transplantes em alta


Publicado em 12 de janeiro de 2024
Por Jornal Do Dia Se


O material humano e a capacidade técnica necessárias a procedimentos cirúrgicos de alta complexidade já são realidade em Sergipe. Profissionais capacitados e unidades de saúde devidamente instrumentalizadas o garantem. Hoje, o único impedimento aos transplantes sob a tutela do Sistema Único de Saúde está na relação entre a demanda e os doadores de órgãos.
Felizmente, a disposição para o altruísmo é crescente. Segundo a Organização por Procura de Órgãos, o avanço é notável. Em Sergipe, a recusa à doação caiu de 78% para 41%. 
O número de transplantes realizados pelo SUS em Sergipe não é nada desprezível. Gestos como os realizados esta semana, quando três famílias superaram a dor de perder um ente querido e autorizaram a doação de órgãos, contam pontos em favor da vida.
Foi assim que rim, fígado e córneas de três jovens internados no Hospital de Urgência de Sergipe foram enviados para pacientes no Rio de Janeiro, Ceará, São Paulo, Pernambuco, Goiás e Bahia.
Para que a doação de órgãos vire regra, a educação deve ser adotada como estratégia. A Central de Transplantes de Sergipe já atua neste sentido e promove várias campanhas educativas. O objetivo é disseminar informação, deixando claro a viabilidade e segurança dos transplantes e doações de órgãos no Brasil.
A doação de órgãos é uma questão de foro íntimo e também de saúde pública. Uma delicada intersecção de interesses, que precisa ser enfrentada por via do conhecimento, do humanismo e da Ciência.
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