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Um caso de polícia


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Publicado em 06 de fevereiro de 2024
Por Jornal Do Dia Se


O confronto entre Sergipe e Confiança, o maior clássico do futebol sergipano, último domingo, deveria ser lembrado apenas pela excelente partida disputada em campo. Casa cheia, as arquibancadas do Batistão tomadas pela torcida dos times mais queridos do estado, gols marcados dos dois lados. Infelizmente, fora de campo, marginais cobertos com as cores dos times sergipanos mancharam a festa com sangue.
Mais uma vez, torcidas organizadas deram guarita a criminosos.  De acordo com a Polícia Militar, a ocorrência foi registrada no terminal de ônibus do Distrito Industrial de Aracaju (DIA), fora do perímetro da operação elaborada para o jogo. O confronto teve saldo de três homens enviados ao hospital.
Não se trata aqui de um caso de negligência. O policiamento do evento envolveu o emprego direto de mais de 260 policiais militares, distribuídos em 50 viaturas e 17 conjuntos da Cavalaria, além do efetivo ordinário que atua regularmente em todas as regiões da Grande Aracaju. A bandidagem, no entanto, não queria saber do Batistão, nem da bola rolando. Importava delinquir, derramar sangue, estivesse o oponente onde estivesse.
É preciso regular as torcidas organizadas, enquadrá-las. Estas, enquanto admitirem bandidos de todas as laias e estirpes em seus quadros, infelizmente, devem ser tratadas como um caso de polícia, a bem do próprio futebol.
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Capa do dia
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