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Violência nas escolas


Publicado em 20 de junho de 2023
Por Jornal Do Dia Se


Uma tragédia como o massacre de Columbine, um marco da violência registrado sob as barbas do Tio Sam, não ocorre sem precedentes. Por trás do gesto alucinado do estudante capaz de abrir fogo contra colegas, sem oferecer nenhuma chance de defesa, há uma cultura inteira.
Infelizmente, cá no Brasil, o lobby das armas de fogo ganhou terreno ao longo dos últimos anos. Coincidência ou não, casos como o da cidade americana, mencionado antes começaram a suceder também a esta altura dos trópicos.
No episódio mais recente, uma estudante do Colégio Estadual Professora Helena Kolody, no município de Cambé (PR), foi morta a tiros por um ex-aluno que entrou armado na instituição. A informação foi confirmada, em nota, pelo governo do Paraná. Um segundo estudante foi ferido.
O Atlas da violência possui uma série de recortes reveladores. Entre todos os dados relacionados à questão da violência e a criminalidade, no entanto, chama atenção aquele que talvez aponte a principal razão de tanto sangue: as estatísticas provam sem sombra de dúvidas que há relação direta entre o número de homicídios e a facilidade de acesso a armas de fogo.
Felizmente, a política do olho por olho, dente por dente, adotada nos anos de Bolsonaro, em oposição ao estatuto do desarmamento, já foi revogada em âmbito institucional. Os seus efeitos, como se vê mais vez, no entanto, ainda pesará sobre o ambiente escolar por muito tempo.

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