Em até cinco anos, 23 novas unidades estacionárias de produção (UEPs), as plataformas de produção de petróleo e gás, entrarão em operação no país. Duas destas em Sergipe.
As 23 plataformas de produção responderão pela geração de cerca de 21 mil novos postos de trabalho, sendo 6,9 mil diretos, nas plataformas, e 13,8 mil indiretos, nos diversos segmentos da cadeia produtiva, que envolvem, entre outras atividades, apoio marítimo, manutenção e reparo, escoamento da produção, reposição de equipamentos e peças, operações portuárias e bases de apoio, e transporte de passageiros.
De fato, não é preciso lembrar aos leitores da enorme importância econômica e social da Petrobras para Sergipe. A política de desinvestimento colocada em prática ao longo dos últimos anos, finalmente interrompida, feriu as finanças estaduais de morte, acentuando um quadro geral de desemprego já muito delicado.
Espera-se que daqui pra frente a Petrobras volte a orgulhar brasileiros e sergipanos, gerando riqueza e empregos, como fez ao longo de sua história. Os tempos mudaram, os ventos que sopram na República não são os mesmos que bagunçavam papéis à época de sua fundação. A influência econômica da estatal, entretanto, é ainda a mesma de sempre.


